domingo, 21 de agosto de 2011

Telescópio VISTA encontra 96 aglomerados estelares

Estes aglomerados são os tijolos que formam as galáxias e são vitais para a formação
e evolução de galáxias tais como a nossa.[Imagem: ESO/J. Borissova]

Telescópio de rastreio

Com dados obtidos pelo telescópio de rastreio no infravermelho VISTA, uma equipe internacional de astrônomos descobriu 96 novos aglomerados estelares abertos, até agora escondidos pela poeira da Via Láctea. Estes objetos pequenos e tênues permaneceram invisíveis em rastreios anteriores, mas não conseguiram escapar aos detectores infravermelhos muito sensíveis do maior telescópio de rastreio do mundo, que consegue espreitar através da poeira. Esta é a primeira vez que tantos aglomerados pequenos e pouco brilhantes foram encontrados de uma só vez.

Este resultado chega apenas um ano após o início do programa Variáveis VISTA na Via Láctea (VVV), um dos seis rastreios públicos do novo telescópio. "Esta descoberta destaca o potencial do VISTA e do rastreio VVV para encontrar aglomerados de estrelas, especialmente aqueles que se escondem em regiões de poeira situadas no disco da Via Láctea. O VVV consegue observar muito mais profundamente do que outros rastreios," diz Jura Borissova, autora principal do estudo.

Aglomerados abertos

A maioria das estrelas com mais da metade da massa do nosso Sol forma-se em grupos chamados aglomerados abertos. Estes aglomerados são os tijolos que formam as galáxias e são vitais para a formação e evolução de galáxias tais como a nossa. No entanto, os aglomerados estelares formam-se em regiões com muito poeira, que difundem e absorvem a maior parte da radiação visível emitida pelas estrelas jovens, tornando-os invisíveis à maioria dos rastreios do céu.

"Para encontrar a formação mais recente de aglomerados estelares, concentramos a nossa busca na direção de zonas de formação estelar conhecidas. Em regiões que pareciam vazias em rastreios anteriores, efetuados no visível, os sensíveis detectores infravermelhos do VISTA descobriram muitos objetos novos," acrescenta Dante Minniti, cientista principal do rasteio VVV.

Removendo estrelas

Utilizando um software próprio para a tarefa, a equipe removeu as estrelas que apareciam à frente de cada aglomerado e contou seus membros genuínos. Posteriormente, as imagens foram inspecionadas visualmente para medir o tamanho do aglomerado. Para os aglomerados que continham mais estrelas foram feitas outras medições tais como a distância, idade e quantidade de avermelhamento que a sua radiação estelar sofre devido à poeira interestelar situada entre os aglomerados e nós.

"Descobrimos que a maioria dos aglomerados é muito pequena, contendo apenas cerca de 10 a 20 estrelas. Comparados com aglomerados abertos típicos, estes são objetos muito tênues e compactos - a poeira que se encontra em frente destes aglomerados faz com que pareçam 10 mil a 100 milhões de vezes menos brilhantes no visível. Não admira, portanto, que estivessem escondidos," explica Radostin Kurtev, outro membro da equipe.

Iceberg cósmico

Apenas 2.500 aglomerados abertos foram encontrados na Via Láctea desde a antiguidade, mas os astrônomos estimam que devam existir pelo menos 30 mil escondidos por trás da poeira e do gás.
Enquanto os aglomerados abertos brilhantes e grandes são facilmente detectados, esta é a primeira vez que tantos aglomerados pequenos e pouco brilhantes foram encontrados de uma só vez.

E estes novos 96 aglomerados abertos podem ser apenas a ponta do icebergue: "Começamos agora a utilizar um software automático mais sofisticado para procurar aglomerados mais velhos e menos concentrados. Estou confiante que muitos mais serão descobertos num futuro próximo," acrescenta Borissova.

* Site Inovação Tecnológica [http://www.inovacaotecnologica.com.br]

O Crop Circle que desconcertou cientistas ao redor do mundo.


Esse artigo foi publicado, originalmente, em Maio de 2010 pelo StarViewerTeam - e o que realmente chama a atenção (inclusive dos mais céticos em relação ao desgastado assunto 2012), é que ainda há MUITA informação de valor científico que, obviamente, não foi divulgada nas mídias convencionais a respeito deste fato. Ou seja, quem espera ver esse tipo de notícia no Jornal Nacional, Fantástico ou mesmo o hit do momento - o Domingo Espetacular (que, no fundo, são tudo farinha do mesmo saco) pode esquecer.

As informações que compartilho com vocês foram extraídas - e por mim adaptadas - de um Blog que interpreta a realidade de modo semelhante ao Paralelos Experimentais. Os dados divulgados no referido site tiveram como origem um Crop Circle descoberto em 22 de Maio do ano passado. Surgido em Wilton Windmill, Inglaterra, o desenho "impresso" na plantação revelou algo que desconcertou aos cientistas ingleses.

A figura mostra um código em ASCII (acrônimo para American Standard Code for Information Interchange que, em português, significa “Código Padrão Americano para o Intercâmbio de Informação“) contendo uma mensagem que fornecia possibilidades de decodificar-se em 9 dígitos de código binário.


A cobertura deste Crop Circle teve uma abrangência muito além da imprensa britânica. Uma vez que o trabalho conjunto de cientistas e acadêmicos transdisciplinares, biogeneticistas e matemáticos, conseguiu convergir a "correta interpretação do código contido no desenho", ficou demonstrado a excelência e objetividade sem precedentes no processo de confecção da imagem (seja lá quem ou o quê tenha realizado esta obra). Foi um momento único, onde pela primeira vez na história recente, em nível acadêmico - após as declarações de Stephen Hawking considerando teorias acerca de vida alienígena inteligente - pesquisadores trabalharam ativamente na decodificação de um Crop Circle.



Analisando a mensagem “impressa” no disco - e, depois de comparar todas as interpretações e particularidades da imagem - observou-se que o gráfico do disco  se baseia, matematicamente, na equação de Euler e num conceito da física - anomalia do Espaço-Tempo - assim como uma incontestável conta-atrás (3-2-1).


Síntese e aspectos comuns dessa interpretação:

1º- Existe um consenso da comunidade científica, em que o código ASCII, representa a equação de Euler, e adicionalmente, contém uma sentença superposta duplicada que representa um binômio Euler/Fibonacci, sobre o dilema de dupla interpretação de (Pi ou Phi)

Euler = e ^ (i)pi +1 = 0
Euler/Fibonacci e ^ (phi) 1 = 0

Ambas interpretações estão contidas no código ASCII, que adicionalmente contém outra premissa: Uma curiosa “conta-para-atrás”, regressiva.

3->(2010) , 2->(2011) , 1->(2012) = 0 ZERO

2º- Foi recompilada uma síntese explicativa de todas as contribuições de cada equipe científica incluindo StarViewerTeam. Todos chegaram a conclusões convergentes.


Explicação do esquema:

1º- Na parte superior, verifica-se o “tempo linear”. Para toda conta atrás, 3-2-1, até o momento do 0 (zero), o NÃO-TEMPO. Esse NÃO-TEMPO, não se refere a nenhuma catástrofe física, mas atribui-se a teoria da abertura de um “portal dimensional”, que está se formando na parte inferior do gráfico: “A realidade quântica”. Ou seja, podemos dizer que a Realidade Linear que em vivemos é um holograma.


Porém, a atual realidade em que vivemos (3D) está, de certa forma, sofrendo uma modificação e, em conseqüência disso, está modificando nosso DNA. As cadeias explicativas desse DNA estão contidas nesse código ASCII, quando interagimos com a equação de Euler e os segmentos.

Em concreto, contém uma relação entre os Raios Gama, as pontes de Hidrogênio e as sequências ATGC de nosso DNA (Relação Ionogenomática). Também contém a relação entre os Padrões de Harmônicos da Radiofrequência e nosso Diferencial K-G (Os pacotes de Ressonâncias de Schumann). Todos esses processos estão ocorrendo já em nosso DNA, e este ciclo durará “três anos” (se completará neste período).

Num mesmo “nível”, digamos que igualmente, a atmosfera da Terra, está se ionizando. Está se modificando para poder alcançar a ressonância necessária para o “ponto 0″ que está nos 13Hz atualmente. Ponto em que se produzirá a convergência para a abertura do “Buraco” de Einstein-Rossen. Nesse momento se abrirá completamente, um estado “diferente” da matéria parecido ao dos cristais (aether) de forma coerente e harmônico com as mudanças que estão ocorrendo em nosso DNA.

2º- Na parte inferior, vemos, a superposição do binômio Euler/Fibonacci, assim como sua equivalência em formulação de planos alternativos ou hologramas convergentes e simétricos, tal e como temos no estudo "Hipergeometría: Las realidades alternativas son supersimétricas y los planos pueden superponerse".

De fato, igualmente apreciamos que nesse cenário, há três fases coincidentes temporalmente e culminam com eventos que entram num horizonte de acontecimentos de uma “Ponte” (Einstein-Rossen), um Buraco Negro.

Da informação contida nas equações parece deduzir-se, que cada posição dos setores, replicam exatamente diferentes cenários que são simétricos entre si, e que correspondem com uma viagem ao “Passado”, ou seja: Voltaremos à origem, ou vamos mudar de plano. Finalmente, se “vê” uma espécie de “seleção” entre diferentes planos possíveis - diversos cenários alternativos.

Para compreender melhor a lógica desta temática, recomendo que visitem os Marcadores deste Blog e assistam a coletânea de vídeos "Universos Paralelos", disponível no link Documentários.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Pesquisa aponta desaceleração da expansão do Universo

Eta Carinae pode se tornar uma supernova. O estudo que propõe a desaceleração 
da expansão do universo baseou-se na descrição da expansão cósmica 
como uma somatória de termos em função do redshift das supernovas.

O Universo está se expandindo, mas não necessariamente de forma acelerada como aponta o modelo cosmológico mais aceito pelos especialistas, o Lambda-CDM (Cold Dark Matter), afirmou a Agência Fapesp. A pesquisa realizada no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP) aponta que atualmente a expansão do Universo está em fase de desaceleração.

Segundo Antônio Cândido de Camargo Guimarães, autor do estudo publicado no periódico Classical and Quantum Gravity, houve uma fase de expansão acelerada, que seria recente. "Mas hoje esse estado não é tão certo. É possível que a aceleração já esteja diminuindo", disse à Agência Fapesp.

Guimarães conta que há cerca de 10 anos a expansão acelerada do Universo se tornou consenso na comunidade científica a partir de observações de explosões de supernovas 1a, cujo brilho era menor do que se esperava. Para descrever essa rápida expansão, os cientistas adotaram o Lambda-CDM. Esse modelo cosmológico se baseia na existência de uma energia escura, que corresponderia a 70% da composição do Universo. "A energia escura é um ente físico muito especulativo. Há algumas hipóteses e ideias, mas não se sabe qual a natureza dela", destacou o astrônomo.

Abordagem cosmográfica

Em sua pesquisa, Guimarães diz que a ideia foi descrever a expansão de forma independente de modelos de energia escura. Para isso, usou a chamada abordagem cosmográfica. Esse método se baseia na descrição da expansão cósmica como uma somatória de termos em função do redshift (medida da velocidade de afastamento) das supernovas, que é usado para traçar o brilho estelar (indicando a distância).

As supernovas foram divididas em três grupos: antigas, recentes e muito recentes. Por meio das análises cosmográficas, o pesquisador observou que, quanto mais recente os eventos das supernovas, maior era a probabilidade da atual desaceleração do Universo. "O modelo Lambda-CDM diz que a aceleração tende sempre a aumentar. É interessante, pois nosso trabalho questiona esse paradigma, que usa uma forma particular para a energia escura para descrever a expansão cósmica", disse Guimarães.

domingo, 14 de agosto de 2011

Doação de R$ 322 mil retoma busca por extraterrestres.

Projeto SETI conseguiu dinheiro suficiente para continuar seus trabalhos e vai voltar a operar a partir de setembro.


Um esquadrão de 42 rádio-telescópios procurando sinais de vida inteligente no universo vão continuar sua busca após conseguir doações suficientes para continuar o seu trabalho. O SETI, uma organização privada dedicada à busca por sinais de vida inteligente no espaço, recebeu mais de 200 mil dólares (R$ 322.599) em doações para continuar os seus trabalhos. De acordo com o jornal San Jose Mercury News, a atriz Jodie Foster foi uma das pessoas que doaram dinheiro para o projeto.

Os telescópios vinham vasculhando os céus desde 2007, em busca de sinais de rádio de origem alienígena, mas tiveram de passar por um período de hibernação desde maio por falta de verba. Os equipamentos eram originalmente de um projeto em parceria entre o Instituto SETI e o laboratório de astronomia da Universidade de Berkeley, que saiu do projeto por causa da perda da subvenção dada pela National Science Foundation e pelos cortes no orçamento do estado.

O astrônomo do SETI Seth Shostak disse que estava muito grato em conseguir o dinheiro justo em um período de dificuldades econômicas nos Estados Unidos. “Mesmo assim, as pessoas continuam pensando nesta questão fundamental: existe algo lá fora que é tão inteligente ou até mesmo mais inteligente que nós?”, disse. Os telescópios serão ligados novamente em setembro e deverão operar 24 horas por dia até o fim do ano, enquanto o projeto busca por mais recursos.

Os equipamentos e equipe de 10 pesquisadores têm um custo de 2,5 milhões de dólares (R$ 4 milhões) ao ano. No total, o instituto tem um orçamento de 18 milhões de dólares e 140 funcionários. O fundo vem de doações, da Nasa e da National Science Foundation. O diretor do SETI Tom Pierson disse ao patrocinadores em uma carta que a meta é alcançar cinco milhões de dólares para que seja possível que os equipamentos possam apontar para as 1.235 novos exoplanetas que foram anunciado em fevereiro na missão Kepler da Nasa.

Os equipamentos não serão usados somente na pesquisa por extraterrestres, mas também vão contribuir para o estudo de buracos negros, pulsares e o campo magnético na Via Láctea.

Planeta negro “como o carvão”

 
Exoplaneta TrES-2b é, até onde se sabe, o mais escuro do Universo


Astrônomos do Instituto de Astrofísica Harvard-Smithsonian (EUA) descobriram o planeta mais escuro (até agora) do Universo. É o exoplaneta TrES-2b, um gigante de gás do tamanho de Júpiter. Situa-se a 750 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Draco, e foi descoberto em 2006 durante o Trans-Atlantic Exoplanet Survey. Este astro reflete menos de 1% da luz da estrela que orbita, o que faz com que seja uma planeta “tão negro como o carvão”.

“Pelo que conseguimos perceber, o TrES-2b possui um efeito caratecrístico muito menos refletor do que a tinta acrílica preta, o que torna este mundo muito bizarro”, afirma o astrônomo David Kipping, um dos autores da investigação.O estudo está publicado na "Monthly Notices of the Royal Astronomical Society". O planeta Júpiter está envolvido em nuvens brilhantes de amoníaco que refletem mais de um terço da luz do sol que recebe. Ao contrário deste, este exoplaneta não tem nuvens refletoras porque está muito mais perto da sua estrela (4,8 milhões de quilômetros) e as altas temperaturas (mais de 980 graus celsius) impede que as nuvens se formem.

A sua atmosfera tem compostos químicos que absorvem a luz, como o sódio, o potássio e óxido de titânio (em estado gasoso). No entanto, os cientistas admitem que a presença destes elementos não explica totalmente a escuridão do planeta. Dados do telescópio espacial Kepler combinados com outras observações, permitiram que os investigadores medissem o brilho do sistema planetário TrES-2 quando o TrES-2b orbitava em torno da sua estrela para, assim, detectar o seu trânsito, ou seja, procuraram uma pequena diminuição do seu brilho que aconteceria quando o planeta passasse à frente da estrela.

Ao combinar a precisão do Kepler com outras observações, percebeu-se que a mudança registrada no brilho era a menor que já se tinha observado num exoplaneta.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Desabafo



[...] Apenas quando a Morte insiste em bater à porta
[revelando incômodos sinais de possível visita]
é que somos conduzidos a fragmentos de lúcida realidade,
a uma legítima e sensata consideração sobre a Vida.

[...] A simples possibilidade da perda de alguém querido
 nos causa dor imensa - e o consequente desespero
pela hipotética proximidade de uma separação - faz-nos
despertar valores dormentes de carinho e compreensão..

[...] Da influência fúnebre e natural de Thanatos,
brota a Esperança perdida por Pandora ao abrir da Caixa.
Mistério que vivo, ao saber da saúde da única pessoa
que amei de verdade em minha existência: minha mãe.

‎[...] Eu tenho esperança...
de que minha mãe será contemplada
pela cura que o Universo irá conceder.
"Quero acreditar que toda essa situação não irá passar
de um pequeno susto num futuro próximo".

A inexorável Justiça Divina é maior
que as possibilidades humanas.
Fé de que tudo acabará bem !

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A Hipótese dos Antigos Astronautas [AA]


- A Hipótese AA em resumo

"E aconteceu que, ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões e relâmpagos sobre o monte, e uma espessa nuvem, e um sonido de buzina muito forte, de maneira que estremeceu todo o povo que estava no arraial. E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte. E todo o monte Sinai fumegava, porque o SENHOR descera sobre ele em fogo; e a sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia grandemente. E o sonido da buzina ia crescendo cada vez mais; Moisés falava, e Deus lhe respondia em voz alta…" (Êxodo 19:16-19)

"Nosso sol é uma dentre 100 bilhões de estrelas em nossa galáxia. Nossa galáxia é uma dentre bilhões de galáxias que povoam o Universo. Seria o cúmulo da presunção pensar que somos as únicas criaturas vivas nesta imensa vastidão". Wernher Von Braun

Os AAs chegaram na Terra há muitos milênios atrás. Eram seres cuja biologia era semelhante a dos humanos modernos. Eles criaram a raça humana atual misturando sua carga genética com a dos hominídeos. O propósito da raça humana talvez fosse servir aos AAs, principalmente provendo-lhes alimento e mão-de-obra em minas e em construções. Os AAs não permitiam que os humanos os vissem - apenas seus símbolos (ídolos), sugerindo que sua aparência fosse medonha; porém era permitido aos humanos verem ocasionalmente seus emissários, ou seja, os "gênios" e os "anjos". Eles também não permitiam aos humanos se aproximarem deles, exceto os sacerdotes que se limpavam e se cobriam e esparramavam em si um germicida, o que sugere uma suscetibilidade deles a doenças terrestres.

Eles chegaram na Terra aparentemente em astronaves que usavam combustível químico, e só pousavam no topo de montanhas ou outros altiplanos rochosos; isto reduzia o pó e facilitava a proteção física dos humanos, e o controle de doenças. Os sítios mais antigos tinham um abrigo sob a rocha que protegia os sacerdotes durante a ida e vinda da astronave. 

Depois, eles construíram - ou forneceram aos humanos - ferramentas para construírem, estruturas de enormes tijolos cozidos, ou plataformas cerimoniais e pirâmides de pedra, que serviam como marcos e como locais de pouso e abastecimento. Estes locais se situavam no mundo inteiro, a maioria no equador atual ou próxima a este. Eles ensinaram a agricultura aos humanos, astronomia, engenharia, e forneceram as primeiras leis. Eles partiram então das vistas da Humanidade.


Em North-West e Austrália Ocidental, entre os anos de 1837 e 1839, estas pinturas rupestres foram descobertas por uma expedição inglesa. A tradição Aborígine chamou-lhes de 'Wandjina', o povo do céu.

- Pistas e Mais Pistas

"A principal meta de toda a ciência é cobrir o maior número de fatos empíricos por dedução lógica a partir do menor número de hipóteses ou axiomas"Albert Einstein

As dezenove pistas seguintes, em defesa da teoria de AA, que vêm à mente:

1) As linhas e figuras que surgem em toda a Terra, por exemplo, as “estradas” e linhas de Nazca (Peru), o "ceques” boliviano, as linhas radiais que emanam de locais cerimoniais antigos, e as linhas "ley” britânicas, linhas precisamente retas que conectam antigos sítios sagrados.

2) As onipresentes pirâmides de vários estilos se espalharam pela Terra, na Europa, África do Norte, Oriente Médio, no Oriente, e nas Américas do Norte e do Sul. Elas tinham várias funções, servindo como mausoléus, marcos e templos cerimoniais.

3) As construções megalíticas se espalhavam essencialmente por toda a Terra; construções de pedras enormes que pesam até um milhão de toneladas. Por que e como eram feitas ainda não foi explicado adequadamente.

4) Uma característica enigmática e sem igual dos sítios megalíticos de ambos os hemisférios são as complexas pedras poligonais que foram usadas na construção destes sítios. Pedras de várias toneladas eram empilhadas, moldadas e às vezes fundidas juntas. Como?

5) Os deslocamentos polares, a concentração de sítios antigos no atual equador ou próximos a este, sugerem que os astronautas antigos chegaram à Terra pelo plano solar, provavelmente usando os planetas para frear, e se estabeleceram muito perto do equador. 

Chatelain (1988) diz, "Os deslocamentos polares e o reajuste do equador também explicam por que nós achamos rastros de civilizações em regiões da Terra que hoje parecem impróprias à habitação humana...". Notavelmente muitos dos sítios mais misteriosos permanecem em um destes equadores antigos.


Mais pinturas rupestres em cavernas da Austrália, retratando um modelo de 'grey' típico: grandes e profundos olhos negros.

6) As diversas escritas antigas sobre "deuses" que podiam se deslocar pelo ar - o Enuma Elias, o Alcorão, o Popol Vuh, o Mahabarata, a Bíblia, e as viagens dos deuses como descritas em selos cilíndricos e estelas das antigas civilizações do Oriente Próximo.

7) Os Portais Divinos – passagens para a Terra. Antes da construção das grandes pirâmides e plataformas, os locais de aterrissagem eram simplesmente numa rocha natural. Um abrigo era escavado por baixo para proteger os sacerdotes durante a vinda e ida dos deuses, por exemplo:

- Israel: Es-Sakhra, a pedra sagrada no Monte do Templo, Jerusalém. Há uma gruta sob a rocha com aproximadamente 7,3 x 5,5 m, e uma saída no teto com aproximadamente 0,8 m de diâmetro, que permitia acesso à superfície (Ritmeyer, 1996).

- Egito: A Grande Pirâmide. A Grande Pirâmide foi construída em um enorme leito rochoso. Aproximadamente 35 m sob a superfície, acessada por uma passagem de 92 m, há uma câmara subterrânea que mede aproximadamente 14 x 8,3 m

- Egito: A Pirâmide de Degraus, com uma gruta subterrânea de multi-câmaras, supostamente construída por Imhotep.

- Egito: As pirâmides de Miquerino, Quefrem, Unas, Teti e muitas outras tinham câmaras subterrâneas. Na realidade as pirâmides de Miquerino e algumas outras nem mesmo tinham câmaras inseridas nas pirâmides - todas as câmaras eram subterrâneas!

- México: Teotihuacan. Há uma gruta debaixo da Pirâmide do Sol com várias câmaras laterais (Tompkins, 1976).

- Peru: O Torreon, Machu Picchu. Uma rocha sem vegetação com uma gruta e altar por debaixo.

- Peru: K'enko. Uma enorme rocha sem vegetação com um altar por debaixo. Um orifício sobre o altar permitia acesso à superfície.


8) Há muitas outras construções na Terra que parecem ter servido como auxílio a antigas rotas de navegação pelo ar, por exemplo, as linhas de Nazca próximas ao enorme sítio cerimonial de Cahuachi, as rochas de Karnak e a "Fairy Stone” em Brittany, a Esfinge de Gizé, o Monte da Grande Serpente em Ohio, e o "Gigante" e outros enormes desenhos nos desertos chilenos e peruanos.

- A espiral era o motivo favorito dos antigos astronautas, surgindo em sítios no mundo inteiro, por exemplo, em Brittany; Cahuachi (Peru); Cânion do Chaco; Nazca (Peru); Kawhia (Nova Zelândia); Mu'a (Tonga); New Grange (Escócia); Tarxien (Malta).

- Considere isto: Em 1969 em New Grange, Escócia, o Prof. O'Kelly provou que no solstício de inverno, 21 de dezembro, o sol matutino entraria pela passagem e iluminaria o motivo espiral. Do outro lado do Atlântico, no Cânion de Chaco, Novo México, a luz caindo na espiral também era usada para marcar os equinócios.

- A espiral, que surge em antigos sítios megalíticos por toda a Terra, obviamente, tinha uma certa significação especial; e nós sabemos agora que nossa galáxia tem a forma de uma bonita espiral. E o que é isto? Será a espiral a assinatura dos que construíram ou forneceram as ferramentas para erguer-se estes sítios enigmáticos?

9) Eles construíram na Terra reflexos de seu domicílio celestial:

- Maurice Chatelain (1988) diz que o padrão das catedrais mais famosas em 10 cidades francesas "tem a mesma configuração das estrelas na constelação de Virgem".

- Bauval e Gilbert (1994) demonstram que as pirâmides de Gzsé espelham exatamente as estrelas na constelação de Órion em 10.540 a.C.

- Leviton e Coons (1987) acreditam que demonstraram a coincidência de um padrão de sítios pré-históricos em Somerset central com a constelação do Cão Maior.

- Zecharia Sitchin (1990) encontra um padrão no Coricancha, em Cuzco, que ele acredita se assemelha à constelação Cygnus.


Comparação de um 'traje' de astronauta moderno com outras figuras 
arqueológicas de 'deuses antigos' que vieram do céu - em variadas culturas

10) Características da seleção de sítios: Identificação e acesso pelo ar, segurança e controle de doenças.

- Os antigos sítios mais importantes parecem ter sido selecionados pela fácil identificação e acesso aéreo; em cumes das montanhas (Monte Sinai, Machu Picchu, Monte Olimpo), em ilhas lacustres (Malta, Lago Titicaca), ou em grandes plataformas artificiais (Baalbek, O Monte do Templo).

- Além disso, vários sítios onde os deuses vieram e foram eram inacessíveis para a maioria das pessoas daquele tempo, nos topos de montanhas ou pirâmides. Eles não permitiriam humanos perto deles, exceto sacerdotes que se limpavam e se cobriam e se lambuzavam com um germicida, sugerindo sua suscetibilidade a doenças humanas.

- Black e Green (1992) postularam que uma pessoa doente era considerada uma pecadora, quer dizer, que havia cometido uma ofensa contra a boa moral ou contra alguma lei divina. A doença poderia ser expelida ou poderia ser desfeita por um deus a quem o “paciente” atrairia através da oração. 

Eles escrevem, “O uso da palavra 'paciente' enfatiza a visão babilônica de pecado como sinônimo de doença. Pecado poderia ser transmitido por parentes ou poderia ser herdado dos pais…os babilônios não tinham um conceito de pecado original, mas acreditavam que eram todos muito propensos a pecar”. (i.e. doença). 

Este aparentemente também é o significado de pecado usado no Velho Testamento: Disse também o SENHOR a Moisés: Vai ao povo, e santifica-os hoje e amanhã, e lavem eles as suas roupas, (Exo 19:10). Se você lesse o velho testamento substituindo “doença” ou “germes” por “pecado” e “esterilize” por “santifique” você se surpreenderá.

- E disse o SENHOR a Moisés: Desce, adverte ao povo que não traspasse o termo para ver o SENHOR, para que muitos deles não pereçam.(Exo 19:21)

- E também os sacerdotes, que se chegam ao SENHOR, se hão de santificar, para que o SENHOR não se lance sobre eles.(Exo 19:22).

"Então disse Moisés ao SENHOR: O povo não poderá subir ao monte Sinai, porque tu nos tens advertido, dizendo: Marca termos ao redor do monte, e santifica-o". (Exo 19:23).

"E se me fizeres um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas; se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás". (Exo 20:25).

11) Aparentemente alguns dos deuses eram assustadores de se olhar, e tomavam grande cuidado para não ser vistos pelos humanos, exceto possivelmente pelos sacerdotes mais graduados.

12) Engenharia genética. De vários textos antigos nós lemos sobre a criação do gênero humano e "virgens" que dão à luz os reis-deuses e os profetas. Conforme nossa própria biotecnologia evolui o que eram mistérios insondáveis para nossos antepassados está começando a fazer sentido agora.

Faraós egípcios recebem graças e 'conhecimento' vindos do alto
 - de um objeto voador 'divino' que paira sob o céu. 

13) Astronomia e matemática. As civilizações antigas que surgiram em ambos os hemisférios perto do equador possuíam um conhecimento extenso de astronomia e matemática.

14) O aparecimento súbito de uma civilização humana tecnologicamente avançada. John Cohane (1977) escreve, "até que alguém chegasse ao homem de Cro-Magnon, aproximadamente 30.000 a.C., é impossível sustentar um único pedaço de evidência fóssil e dizer garantidamente: ‘Isto veio de um antepassado do homem'." Ele discute outra evidência e conclui, "…e esta evidência que indica que só 10.000 anos atrás houve o aparecimento súbito de uma civilização inteligente e desenvolvida…".

15) As várias referências ao uso de avançadas armas nucleares ou outras durante as lutas dos deuses entre si.

16) Eles tinham que superar as restrições do tempo, e há várias dicas de dilatação gravitacional do tempo ao se comparar as vidas dos antigos astronautas com as de humanos.

17) Todos os sítios cerimoniais antigos, em ambos os hemisférios, foram abandonados. Nas Américas, os centros se acabaram de forma abrupta e inexplicável (à exceção dos centros astecas), antes da chegada dos espanhóis. Tiahuanaco, na Bolívia, e a região inteira foram abandonados por volta de 1050 d.C.. Quase todos os AAs haviam deixado a Terra.

18) Comunicação com os deuses. Há a sugestão de que Yahweh só poderia comunicar-se com os israelitas pela Arca do Testemunho: “E os Israelitas indagaram do SENHOR, pois a arca do testemunho de Deus estava lá por esses dias, e Finéias filho de Eleazar, filho de Arão, ministrou perante ela por esses dias, dizendo..."

- Os israelitas foram instruídos a soprar um trompete para sinalizar Jeová (provavelmente também outros AAs) para vir ao sacrifício ou chamar Deus a uma assembléia da tribo, ou sinalizar pela ajuda de Deus durante a batalha (Números 10:2-10). Isto sugere que Yahweh não poderia receber as orações dos Israelitas; porém outras passagens sugerem que Yahweh só poderia realmente receber as orações dos Israelitas se eles estivessem próximos da Arca. Mas ele aparentemente não podia responder-lhes pela Arca, só pelos profetas, dentro dos quais ele havia colocado seu “espírito”, por exemplo, quando Ezequias rezou a resposta de Deus veio por Isaías que disse a Ezequias," Assim diz Jeová, o Deus de Israel. O que me pediste acerca de Senaqueribe, rei da Assíria, ouvi." (2 Reis 19:20).

Versão hipotética para as visões bíblicas do Profeta Ezequiel

- Também, quando David orou a Deus, a resposta veio a David através de seu vidente "Gade": E Jeová falou a Gade, o vidente de David: Vai, e fala a Davi, dizendo: Assim diz o SENHOR" (I Crônicas 21:9).

19) Último e mais importante, o argumento de colonização espacial da comunidade SETI. O argumento é que o uso de propulsão nuclear a, digamos, 1/10 da velocidade da luz poderia ser realizada facilmente, e que se apenas uma civilização avançada existisse na galáxia, esta poderia colonizar a galáxia entre 1 a 10 milhões de anos. Eles concluem então que “nós não os vemos aqui; então eles não existem.” A seção seguinte examina este argumento e sua conclusão com maior profundidade:

- A Galáxia está sendo Colonizada

“Isto, então é o paradoxo: toda a nossa lógica, todo nosso anti-isocentrismo, nos assegura que nós não somos únicos – que eles devem estar lá. E ainda não os vimos!” – David Viewing

O físico Enrico Fermi perguntou uma vez: “Se há extraterrestres, onde eles estão?" “Se eles existissem", disse, "eles estariam aqui". Esta foi uma pergunta casual durante um almoço, e eu suspeito que se ele tivesse pensado mais um pouco nisto ele poderia ter especulado ainda mais, “ou eles já estiveram aqui e depois partiram?” Nós nunca saberemos, mas sua pergunta, que ficou conhecida como o “Paradoxo de Fermi” ou “Argumento de Viagem no Espaço”, ensejou muita discussão na comunidade SETI.

Os proponentes da “colonização espacial” discutem que o uso de propulsão nuclear a, digamos, 1/10 da velocidade de luz poderia ser realizada facilmente, e que se apenas uma civilização avançada existisse na galáxia poderia colonizar a galáxia entre 1 a 10 milhões de anos. Eles concluem então que se “nós não os vemos aqui; então eles não existem”. Aparentemente, o argumento assumiu que os alienígenas ocupariam fisicamente todos os planetas habitáveis em lugar de apenas desenvolvê-los. Eu penso que foi onde eles se enganaram.

O paradoxo guiou alguns cientistas - Freeman Dyson, Michael Hart, David Viewing e Frank Tipler entre outros – a especular que qualquer civilização mais antiga e tecnologicamente avançada teria colonizado a galáxia até agora, e desde que eles não estão aqui, eles não existem; então, como um deles disse, “SETI é uma perda de tempo e dinheiro”.

Outros se opuseram. Kuiper e Morris (1977) declararam, “A procura pela inteligência extraterrestre deveria começar assumindo que a galáxia está sendo colonizada. O papel era a mais selvagem especulação, mas as posições e títulos dos autores, e algumas equações, eram aparentemente suficiente para inseri-los no periódico Science. Mas há outra razão pela qual deveríamos assumir que está sendo colonizada".

Concepção artística de divindade azteca que "veio do céu". Poderia ser Quetzalcóatl, o deus conhecido por 'serpente emplumada'?

Em uma recente declaração, o astrônomo Dr. Charles Lineweaver (Lineweaver, 2001), analisando o difícil negócio da formação do planeta terrestre, argumenta que "...isto nos dá uma distribuição de eras para a vida nestes planetas e uma pista rara sobre como nos assemelhamos a outra vida que habitaria o Universo". Da distribuição de eras conclui ele então, "a maioria das formas de vida no universo teve dois bilhões de anos a mais para evoluir do que nós tivemos". Aparentemente, nós somos a criança recém chegada ao berço.

Como usado aqui, "colonização" é provavelmente um termo incorreto, desde que em nosso caso a meta dos antigos astronautas parece ser a extensão de sua biologia, conhecimento, leis e tecnologia, através do exemplo ou da manipulação biológica do animal mais promissor que eles encontraram aqui; um tipo de migração galáctica de inteligência, de sobrevivência e cultura, além dos seres físicos. Parece que, quando nós atingimos um certo nível tecnológico, eles partiram do mundo.

Sendo assim, o argumento "paradoxo de Fermi” é forte mas a conclusão está incorreta. É, na realidade, uma declaração poderosa em defesa da hipótese AA – o de que a Terra, provavelmente junto com a maioria dos corpos habitáveis na galáxia, realmente foi visitada alguma vez por antigos astronautas. Curiosamente, que eu saiba, nenhum dos autores da AA apreciou a lógica constrangedora deste argumento e a confirmação que dá à teoria AA.

Referências
Black, Jeremy and Green, Anthony, “Gods, Demons and Symbols of Ancient Mesopotamia”, Univ of Texas Press, Austin, 1992.
Chatelain, Maurice, “Our Cosmic Ancestors”, Temple Golden Pub., Sedona, AZ, 1988.
Cohane, John P., “Paradox: The Case For The Extraterrestrial Origin of Man”, Crown Pub., Inc., New York, 1977.
Kuiper, T.B.H., and Morris, M., "Searching for Extraterrestrial Civilizations", Science, Vol 196, 6 May 1977. Leviton, Richard and Coons, Robert, "Ley Lines and the Meaning of Adam", in "Anti-Gravity and the World Grid", David Childress (Ed.), Adventures Unlimited Press, Kempton, IL, 1987,
Lineweaver, Charles, "Goldilocks and ET", http://www.spacedaily.com/news/extrasolar-01c.html, 2001
Ritmeyer, Leen, "The Ark of the Covenant", Biblical Archeology Review, Jan/Feb 1996.
Sitchin, Zecharia, “The Lost Realms”, Avon Books, New York, 1990.
Tompkins, Peter, "Mysteries of the Mexican Pyramids", Harper & Row, New York, NY, 1976.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Imagens raras do Velhinho Hubble - 10

Nebulosa da Águia

Nebulosa da Hélice

Nebulosa Olho de Gato

Supernova Henize 3-401

Nebulosa do Retângulo Vermelho

Pismis 24 - ngc 6357  

Nebulosa do Bumerangue

Nebulosa de Órion

Nebulosa Stellar Spire Eagle

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Universos Paralelos (Parte 6 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

Universos Paralelos (Parte 5 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

Universos Paralelos (Parte 4 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

Universos Paralelos (Parte 3 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

Universos Paralelos (Parte 2 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

Universos Paralelos (Parte 1 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

domingo, 1 de maio de 2011

Olhar estrelas..



O observatório Mount Wilson (foto), em Los Angeles, foi o local onde astrônomos como Edwin Hubble contemplaram as mais importantes observações do Universo.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Paralelos acerca do fenômeno Viagem Astral I

Projeção da consciência, experiência fora-do-corpo (EFC), experiência extracorporal, desdobramento, projeção astral ou viagem astral são termos usados, de modo alternativo, para designar as experiências fora-do-corpo (do inglês, out-of-body experience – OBE) ou estados alterados de consciência. 

Tais fenômenos podem ser supostamente realizados por qualquer pessoa, por meio do sono, via meditação profunda, técnicas de relaxamento, ou involuntariamente, durante episódios de paralisia do sono, trauma, variações abruptas da atividade emocional e estresse.

Experiência de quase-morte, deprivação sensorial, estimulação elétrica do giro angular direito do cérebro, estimulação eletromagnética, experiências de ilusão de óptica controladas, e através de efeitos neurofisiológicos por indução química de substâncias comumente descritas como drogas. 

Exemplos de tais substâncias correlacionadas com a fenomenologia das experiências extra-corpóreas são o Cloridrato de cetamina, a Galantamina, a Metanfetamina, o Dextrometorfano, a Fenilciclidina e a Dimetiltriptamina (presente na bebida ritualística Ayahuasca)


A Projeciologia, fundamentada nos experimentos pessoais de projetores conscientes e sistematizações destas autopesquisas - inicialmente proposta por Sylvan Muldoon e sistematizada por Waldo Vieira - confirma que, durante a projeção lúcida, o indivíduo está ciente de que se encontra fora do próprio corpo físico projetado por meio do corpo astral (também chamado de perispírito ou psicossoma), que são entidades imateriais. Por intermédio da projeção da consciência é possível conhecer supostas dimensões extra-físicas.

Existem diversos relatos de projeções conscientes, inclusive publicados em forma de diário. Um deles é intitulado "Viagens Fora do Corpo" (1971) do autor Robert Monroe, um empresário estadunidense.

A projeção da consciência é uma experiência tipicamente subjetiva, descrita, muitas vezes, como próxima à sensação corporal de estar flutuando como um balão, e, em alguns casos, conforme relatos, havendo a possibilidade de estar vendo o próprio corpo físico, olhando-o sob o ponto de vista de um observador, fora do seu próprio corpo (autoscopia). Estatisticamente, uma em cada dez pessoas afirma ter tido algum tipo de experiência fora do corpo em suas vidas.

A Projeciologia propõe a Hipótese do Corpo Objetivo, ou seja, que o psicossoma é um corpo real porém não físico. Tal hipótese contrapõe as teorias psicológicas ou que atribuem ao fenômeno projetivo uma experiência meramente subjetiva de caráter alucinógeno. Algumas experiências teóricas podem reforçar a hipótese da objetividade da experiência fora do corpo. 

O fenômeno de aparição intervivos, onde uma pessoa projetada deve ser vista por outras testemunhas físicas, noutro ambiente, distante de onde o seu corpo físico se encontrava no momento da experiência, pode servir para determinar a objetividade do fenômeno enquanto interpretação espiritual. Por enquanto, não há nenhum estudo científico que passou por revisão por pares que confirme tal hipótese.

A projeção astral, com frequência, é associada ao esoterismo e o movimento da Nova Era. Paralelamente, a medicina começa a tratar seriamente este fenômeno - com mais atenção devido aos inúmeros relatos de experiências quase-morte (EQM). Explicações científicas que seguem o princípio da parcimônia fazem previsões suficientes e pontuais a cerca do fenômeno de experiências quase-morte (EQM) e outros estados alterados de consciência.

Os céticos vêem as projeções de consciência como alucinações. Essa hipótese é apoiada em experimentos nos quais há a indução do estado quase-morte (EQM) por medicações anestésicas como a quetamina, pela indução de hipóxia cerebral [9], estimulação elétrica do giro angular direito do cérebro e outros cenários de alteração neurofisiológica e cognitiva, como suportados por experimentos.

A hipótese de alucinação segue a Navalha de Occam, o princípio da parcimônia, pois não há nenhum estudo que sustente a existência de um plano não-físico, não-mensurável aonde há interação de substância não-físicas com substâncias físicas (causalidade) , devido, pontualmente, ao caráter não-mensurável e estritamente subjetivo, onírico e possivelmente alucinógeno das experiências.

Não há resistência por parte de pesquisadores para o estudo de fenômenos, basta que uma análise de caso faça surgir uma teoria científica. Uma teoria científica segue o método científico para tentar descrever um fenômeno com austeridade e realizar previsões com alto grau de precisão. 

Uma teoria com proposições a cerca de elementos não-mensuráveis (não detectados) que são por definição não-físicos não conseguem descrever a realidade, situação em que a teoria é descartada porque se torna irrefutável (falseabilidade). Todos os centros de pesquisa científicos seguem o naturalismo biológico como posicionamento filosófico capaz de descrever o mundo com precisão e gerar conhecimento confiável. 

Se um fenômeno não pode ser detectado por aparatos físicos, ou seja, por aparatos científicos, então muitos fenômenos podem existir de maneira aleatória e nenhum tem relevância maior porque não podem ser detectados por mais que o pesquisador espiritual insista no caráter particular, privado e introspectivo do fenômeno. 


Vale lembrar que inúmeros danos cerebrais também sustentam experiências subjetivas, privadas, mas nenhuma se traduz como confiável para descrever a realidade. Sonhos podem ter seu conteúdo cognitivo visualizado através de aparatos neurocientíficos, aonde o pesquisador consegue montar quadros dos esquemas audiovisuais que o paciente está experienciando. Uma mesma aproximação de estudo já criou uma máquina capaz de ler os pensamentos de maneira rudimentar.

Segundo as pesquisas da Projeciologia, ciência proposta pelo médico brasileiro Waldo Vieira, durante o sono, quando o metabolismo e as ondas cerebrais diminuem, os laços energéticos que seguram o psicossoma ao corpo físico se soltariam, então a pessoa, através do psicossoma, seria projetada para fora do corpo humano. 

Dependendo do estado de lucidez, são relatados posteriormente como sonhos, sonho lúcido ou uma experiência extracorpórea totalmente lúcida. Não importa o quanto estiver afastada do corpo humano, a consciência estará sempre ligada a ele, pelo "cordão de prata", um feixe de luz que só se romperia quando ocorrer a primeira morte (morte biológica) e voltaria quando solicitado, impossibilitando que se fique preso extra fisicamente.

Segundo a concepção espírita, o desdobramento trata-se de um processo de exteriorização do perispírito do corpo físico. O perispírito, durante este processo, sempre permanece ligado ao corpo por uma espécie de cordão umbilical fluídico. É um estado de relativa liberdade perispiritual, análogo ao sono, em que podemos agir semelhantemente a um desencarnado, podendo nos afastar a distâncias consideráveis de nosso corpo físico. 

O desdobramento pode ser inconsciente ou consciente e, nesse último caso, pode ser iniciado através de operadores encarnados ou desencarnados (benfeitores ou obsessores). Também pode ser parcial, que é quando o perispírito não deixa o corpo físico totalmente (situação na qual as faculdades psíquicas são muito ampliadas) ou total, quando o perispírito deixa o corpo físico. 

Os portadores desta faculdade têm sonhos vívidos, coerentes e nítidos em que assistem a cenas que, mais tarde, descobrem terem sido fatos reais ocorridos em outros lugares. Podem, também, ter visões de cenas fantásticas, com muito realismo, ouvir sons e até sentir contato dos lugares onde forem. Essa faculdade pode ser desenvolvida através de exercícios metódicos. Também é chamado de desdobramento astral, exteriorização ou emancipação da alma. 


Alguns tipos de projeções e níveis de lucidez

    * Projeção inconsciente: ocorreria quando o projetor sairia do corpo totalmente inconsciente. Seria um "sonâmbulo extrafísico". A maioria absoluta da população do planeta faria esta projeção durante o sono ou cochilo e estas seriam posteriormente relatadas como sonhos.

    * Projeção semiconsciente: ocorreria quando o grau de consciência é intermediário, e a pessoa ficaria sonhando acordado fora do corpo, totalmente iludido por suas idéias oníricas. Conhecido também como sonho lúcido.

    * Projeção consciente: ocorreria quando o projetor sairia do corpo e manteria a sua consciência durante todo o transcurso da experiência extracorpórea. São poucos que dominariam esta projeção.

- Tipos de projeções

    * Projeção em tempo-real: quando o projetor projetaria-se para fora do corpo físico e cairia num suposto plano mais próximo ao plano físico, vivenciando tudo ao seu redor. Quem conseguiria este tipo de projeção, poderia supostamente relatar acontecimentos do cotidiano, naturais e extrafísicos. Supostamente, dependendo o nível do projetor, seria possível interagir com o plano físico.

    * Projeção involuntária: ocorreria com a maioria das pessoas que acordariam dentro dos sonhos sem sua própria vontade.

    * Experiência de quase-morte: seria a experiência ocorrida quando, devido a uma doença grave ou acidente, a pessoa sofre o chamado "estado de quase morte". O coração e todos sinais vitais, inclusive as ondas cerebrais detectadas por aparelhos, parariam e a morte clínica do paciente estaria atestada pelos médicos. Nessas situações, acredita-se que o suposto 'espírito' não se desligaria do 'corpo físico' e o paciente "milagrosamente" ressuscitaria, ou seja, apenas que a experiência subjectiva se mantém porque o sistema nervoso ainda apresenta atividade ínfima, pois o processo de necrose (morte celular não-programada) não se instalou. 

Após o retorno de consciência, cerca de 11% dos pacientes relatam experiências detalhadas a cerca de como podem supostamente descrever com detalhes aconteceu enquanto estava "morto", pois, na interpretação dualista, manteriam a consciência ou espírito no suposto plano astral, fora do corpo físico, enquanto tinham a sensação de pairar sobre o corpo. Entretanto, para o espiritualista e parapsicólogo Titus Rivas, a EQM não pode ser completamente explicada por causas fisiológicas ou psicológicas, pois a consciência funcionaria independentemente da atividade cerebral.

    * Projeção voluntária: este tipo de experiência poderia ser induzida através de técnicas projetivas, meditação, amparo de supostas entidades extra-físicas, entre outras. Segundos os praticantes de Yoga, Teosofia, algumas correntes filosóficas e escolas de estudos do pensamento a "projeção consciente" poderia ocorrer com qualquer pessoa, esteja ela consciente do fato ou não. Isto quer dizer que uma pessoa poderia "projetar sua consciência" sem saber que está realizando esta ação, no entanto, seu subconsciente está plenamente ciente da condição existencial que está sendo vivenciada.


Fenomenologia das experiências extra-corpóreas

    *  Ballonnement - sensação de abaloamento, flutuação.

    *  Catalepsia projetiva - estado em que a consciência ou experiência subjectiva se encontra no corpo, mas sem domínio sobre este; é comum no começo e principalmente no fim da experiência extracorpórea, normalmente durando poucos instantes; estado de paralisia astral passível de ocorrer durante a projeção, normalmente com praticantes iniciantes espiritualistas.

    * Estado vibracional - sensação de estado vibracional interior.

    * Ruídos intracranianos - ruídos naturais que podem ocorrer no momento do deslocamento do psicossoma (ou corpo astral) para fora do corpo físico.

Toda fenomenologia está inserida na experiência, seja ela de cunho espiritualista (durante a meditação ou prática de atividade espiritual) ou durante episódios de paralisia do sono, traumas, experiência de quase-morte, estimulação elétrica do giro angular direito do cérebro e outras experiências de ilusão de óptica controladas, além de outras descritas a seguir.

- Experimentos

A projeção da consciência na sua ontologia dualista não sustenta nenhuma teoria científica, ou seja, não possui um modelo de síntese consistente de hipóteses e previsões testáveis, sendo assim classificada como pseudociência. Uma teoria falseável (falseabilidade) faz predições suficientemente precisas para que a teoria possa ser suficientemente refutada. Embora existam muitas interpretações sobre os chamados veículos espirituais ou astrais, nenhum apresenta hipóteses e previsões testáveis.

Várias experiências foram feitas por Charles Tart, entre eles Psychophysiological Study of Out of Body Experiences in a Selected Subject (Estudos Psicofisiológicos de Experiências Fora do Corpo em um Sujeito Selecionados, em tradução livre), cujo resultado (segundo o próprio autor) foi de que "não pode ser considerada evidência conclusiva do efeito parapsicológico".

Em experimentos controlados, algumas pessoas foram capazes de induzir a experiência de maneira ponderada, através de visualizações enquanto dispostas em um estado meditativo, descontraído, ou em sonhos-lúcidos. Em recente experimento conduzido por Henrik Ehrsson no Instituto de Neurologia, da University College London, com o uso de óculos estereoscópicos 3D, foi possível reproduzir a percepção de experiências fora do corpo nos voluntários do estudo. 

Os participantes confirmaram que eles experimentaram a sensação de estarem sentados ao lado de seus corpos físicos mediante ilusão ótica. Na área das ciências, o estudo pode sugerir que há evidência científica de que a fenomenologia de experiência fora-do-corpo possa ser explicada por uma alucinação. 

Estudos em áreas correlatas indicam que a fenomenologia de pacientes que passaram por quase-morte são análogas às de pessoas que vivenciam experiência fora-do-corpo. Há espaço para interpretações espiritualistas e modelos teóricos que considerem a delineação de espíritos ou substâncias imateriais, embora nenhuma tenha sido apresentado aos moldes de uma teoria científica refutável.

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