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sábado, 28 de setembro de 2013

Documentário 'Viagem aos Limites do Universo' [NatGeo]


Em Viagem aos limites do Universo somos apresentados a tudo aquilo que encontraríamos pelo caminho, caso pudéssemos viajar até o extremos do espaço galáctico.

O National Geographic Channel revela as maravilhas e temores dessa aventura rumo aos limites do Cosmos. Revisitando as lendárias 'pegadas' que Neil Armstrong deixou na Lua, sobrevoando o luminoso planeta Vênus e passando por Mercúrio – o pequeno planeta composto quase na totalidade por ferro – que alguns acreditam que pode ser o que restou de um planeta muito maior.

Em Marte podemos verificar aspectos de um planeta de extremos: com tornados, vulcões e desfiladeiros sem comparação possível com os que temos no nosso planeta. Ao confrontarmos Júpiter, três vezes maior do que a Terra, conheceremos o espetáculo aterrorizante de suas tempestades vermelhas constantes que duram há centenas de anos. Numa das luas de Saturno, Titan, veremos uma paisagem semelhante à da Terra, mas com rios, lagos e oceanos de metano líquido, ao invés de água. Poder-se-ia encontrar vida ali?

Prosseguindo a mais de 90 trilhões de quilômetros da Terra, encontraremos o sistema planetário da estrela Epsilon Eridani, onde anéis de poeira cósmica e gelo se assemelham à formação do nosso sistema solar ocorrida há aproximadamente 4,5 bilhões de anos. Ainda mais longe, iremos encontrar a estrela Gliese 581, com mais ou menos a mesma idade do nosso Sol e com um planeta à distância equivalente para poder suportar vida- muito semelhante à Terra, por sinal.

Ao atravessarmos os Pilares da Criação, penetraremos através de formações de nuvens estelares como a famosa Nebulosa da Águia, onde estrelas enormes se formam, trazendo luz e, quem sabe, outras formas de vida ao Universo. Este conteúdo foi divulgado originalmente no site oficial do NetGeo e editado por mim. Delicie-se com esta super produção. E tenha uma boa jornada!



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Abaixo, você confere algumas cenas ilustrativas deste fantástico Documentário:







sexta-feira, 31 de maio de 2013

terça-feira, 30 de abril de 2013

Nasa divulga imagens de furacão gigantesco que atinge Saturno.



Novas imagens divulgadas por uma nave espacial da Nasa (agência espacial americana) na órbita de Saturno revelam detalhes de um enorme furacão atingindo o polo norte do planeta. As fotos da sonda Cassini mostram o olho do furacão, com cerca de 2 mil quilômetros de largura - aproximadamente 20 vezes maior que um fenômeno típico na Terra. O turbilhão no planeta dos célebres anéis também é mais forte que na Terra, com ventos em sua borda exterior chegando aos 530 quilômetros por hora.



"Checamos duas vezes quando vimos o vórtice porque se parece muito com um furacão na Terra", afirmou em um comunicado o cientista Andrew Ingersoll, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos. "Mas ali está, em Saturno, em uma escala muito maior, e de alguma forma está permanecendo ativo mesmo com a pequena quantidade de vapor de água na atmosfera."

Nuvens finas e brilhantes viajam a 150 metros por segundo no limite externo do furacão, que se move dentro de um vórtice imenso e misterioso em formato de hexágono. Cientistas vão estudar o furacão para obter mais conhecimento sobre esse tipo de fenômeno na Terra, onde se alimenta da água quente dos oceanos. Apesar de não haver extensão de água nas proximidades dessas nuvens no topo da atmosfera de Saturno, aprender como o vapor de água é utilizado na formação de tempestades naquele planeta pode ajudar a entender melhor a geração e permanência de furacões terrestres.

Tanto o furacão na Terra quanto o vórtice saturniano possuem um olho central sem nuvens - ou com muito poucas delas. Outras características similares incluem a formação de nuvens altas e a rotação em sentido anti-horário.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Astrônomos descobrem planeta feito de diamante.


Constelação da Serpente abriga, ao que tudo indica, 
um planeta de diamante que orbita um pulsar

Astrônomos localizaram um exótico planeta que parece ser quase todo feito de diamante, girando em torno de uma pequena estrela, um pulsar, nos confins da nossa galáxia - mais exatamente na constelação da Serpente.  O novo planeta é bem mais denso do que qualquer outro já visto, e consiste praticamente só de carbono.  Por ser tão denso, os cientistas calculam que o carbono deve ser cristalino, ou seja, uma grande parte dele é mesmo de diamante.

"A história evolutiva e a incrível densidade desse planeta sugerem que ele é composto de carbono, ou seja, um enorme diamante orbitando uma estrela de nêutrons [um pulsar] a cada duas horas, numa órbita tão compacta que caberia dentro do nosso Sol", disse Matthew Bailes, da Universidade de Tecnologia Swinburne, em Melbourne.  A 4.000 anos-luz da Terra, ou cerca de um oitavo da distância entre a Terra e o centro da Via Láctea, o planeta é provavelmente remanescente de uma estrela que já foi gigantesca, mas que perdeu suas camadas externas para a estrela que orbita.

20 vezes mais denso que Júpiter

Os pulsares são estrelas de nêutrons, pequenas e mortas, com apenas cerca de 20 quilômetros de diâmetro, girando centenas de vezes por segundo e emitindo feixes de radiação. No caso do pulsar J1719-1438, seus feixes varrem a Terra regularmente e já foram monitorados por telescópios da Austrália, do Reino Unido e do Havaí, o que permite aos astrônomos detectar modulações devido à atração gravitacional do seu companheiro planetário feito de diamante, que não é visto diretamente.

As medições sugerem que o planeta, com um "ano" de 130 minutos, tem uma massa ligeiramente superior à de Júpiter, mas é 20 vezes mais denso, segundo relato de Bailes e seus colegas na edição de quinta-feira da revista "Science"Além do carbono, o novo planeta também deve conter oxigênio, que pode ser mais abundante na superfície, tornando-se mais raro na direção do centro, onde há mais carbono.

Sua grande densidade sugere que os elementos mais leves - hidrogênio e hélio - que compõem a maior parte de gigantes gasosos, como Júpiter, não estão presentes. O aspecto desse bizarro mundo de diamante, no entanto, é um mistério. "Em termos do seu aspecto, não sei nem se eu posso especular", disse Ben Stappers, da Universidade de Manchester. "Não imagino que uma imagem de um objeto muito brilhante seja o que estamos vendo aqui", finaliza.

domingo, 21 de agosto de 2011

Telescópio VISTA encontra 96 aglomerados estelares

Estes aglomerados são os tijolos que formam as galáxias e são vitais para a formação
e evolução de galáxias tais como a nossa.[Imagem: ESO/J. Borissova]

Telescópio de rastreio

Com dados obtidos pelo telescópio de rastreio no infravermelho VISTA, uma equipe internacional de astrônomos descobriu 96 novos aglomerados estelares abertos, até agora escondidos pela poeira da Via Láctea. Estes objetos pequenos e tênues permaneceram invisíveis em rastreios anteriores, mas não conseguiram escapar aos detectores infravermelhos muito sensíveis do maior telescópio de rastreio do mundo, que consegue espreitar através da poeira. Esta é a primeira vez que tantos aglomerados pequenos e pouco brilhantes foram encontrados de uma só vez.

Este resultado chega apenas um ano após o início do programa Variáveis VISTA na Via Láctea (VVV), um dos seis rastreios públicos do novo telescópio. "Esta descoberta destaca o potencial do VISTA e do rastreio VVV para encontrar aglomerados de estrelas, especialmente aqueles que se escondem em regiões de poeira situadas no disco da Via Láctea. O VVV consegue observar muito mais profundamente do que outros rastreios," diz Jura Borissova, autora principal do estudo.

Aglomerados abertos

A maioria das estrelas com mais da metade da massa do nosso Sol forma-se em grupos chamados aglomerados abertos. Estes aglomerados são os tijolos que formam as galáxias e são vitais para a formação e evolução de galáxias tais como a nossa. No entanto, os aglomerados estelares formam-se em regiões com muito poeira, que difundem e absorvem a maior parte da radiação visível emitida pelas estrelas jovens, tornando-os invisíveis à maioria dos rastreios do céu.

"Para encontrar a formação mais recente de aglomerados estelares, concentramos a nossa busca na direção de zonas de formação estelar conhecidas. Em regiões que pareciam vazias em rastreios anteriores, efetuados no visível, os sensíveis detectores infravermelhos do VISTA descobriram muitos objetos novos," acrescenta Dante Minniti, cientista principal do rasteio VVV.

Removendo estrelas

Utilizando um software próprio para a tarefa, a equipe removeu as estrelas que apareciam à frente de cada aglomerado e contou seus membros genuínos. Posteriormente, as imagens foram inspecionadas visualmente para medir o tamanho do aglomerado. Para os aglomerados que continham mais estrelas foram feitas outras medições tais como a distância, idade e quantidade de avermelhamento que a sua radiação estelar sofre devido à poeira interestelar situada entre os aglomerados e nós.

"Descobrimos que a maioria dos aglomerados é muito pequena, contendo apenas cerca de 10 a 20 estrelas. Comparados com aglomerados abertos típicos, estes são objetos muito tênues e compactos - a poeira que se encontra em frente destes aglomerados faz com que pareçam 10 mil a 100 milhões de vezes menos brilhantes no visível. Não admira, portanto, que estivessem escondidos," explica Radostin Kurtev, outro membro da equipe.

Iceberg cósmico

Apenas 2.500 aglomerados abertos foram encontrados na Via Láctea desde a antiguidade, mas os astrônomos estimam que devam existir pelo menos 30 mil escondidos por trás da poeira e do gás.
Enquanto os aglomerados abertos brilhantes e grandes são facilmente detectados, esta é a primeira vez que tantos aglomerados pequenos e pouco brilhantes foram encontrados de uma só vez.

E estes novos 96 aglomerados abertos podem ser apenas a ponta do icebergue: "Começamos agora a utilizar um software automático mais sofisticado para procurar aglomerados mais velhos e menos concentrados. Estou confiante que muitos mais serão descobertos num futuro próximo," acrescenta Borissova.

* Site Inovação Tecnológica [http://www.inovacaotecnologica.com.br]

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Universos Paralelos (Parte 6 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

Universos Paralelos (Parte 5 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

Universos Paralelos (Parte 3 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

Universos Paralelos (Parte 2 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

Universos Paralelos (Parte 1 de 6) da serie "O Universo" do History Channel

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