quarta-feira, 22 de maio de 2013

Sobre a Mecanismo de Antikythera

Reconstituição da Máquina de Antikythera 

No ano de 1900, alguns dias antes da Páscoa, um grupo de pescadores gregos voltava das costas tunisianas (num total de 6 mergulhadores e 22 remadores, que tripulavam dois barcos). Ao passarem ao largo da pequena ilha de Antikythera, situada entre Creta e Cítera, foram surpreendidos por uma tempestade que os obrigou a ancorar perto da costa rochosa da ilha, num local conhecido por baía Pinakakaia.

Passada a tormenta, a tripulação decidiu aproveitar a estadia no local para mergulhar à procura de esponjas, (já que a área estava, até então,  inexplorada e devia ser rica em espécimes). Após um certo tempo, qual não foi a surpresa dos mergulhadores ao encontrar, a cerca de 40 metros de profundidade, os restos do naufrágio de uma embarcação de 50 metros onde, além do tradicional carregamento de ânforas, encontraram numerosas estátuas em mármore e bronze, juntamente com outros objetos tornados irreconhecíveis pelos depósitos orgânicos decorrentes da prolongada imersão no mar.

Impossibilitado de recolher uma carga tão pesada nos pequenos barcos que comandava, o líder do grupo, capitão Demétrios Kondos, decidiu assinalar cuidadosamente o local para, numa outra oportunidade, com barcos maiores e mais equipamentos, voltar para recolher o "tesouro". Retornaram sem maiores problemas ao porto de origem, em Syme, e durante quase seis meses discutiram exaustivamente se deveriam recolher os objetos por conta própria para depois revender com grande lucro aos colecionadores de antiguidades, ou comunicar o achado às autoridades gregas. 

Ao contrário do que quase sempre acontece, escolheram à segunda opção. Assim, entraram em contato, no dia 6 de novembro de 1900, com o Ministro da Educação Nacional, Spiridion Stáis, arqueólogo, que imediatamente se interessou pela descoberta e, após prometer uma recompensa para a tripulação, colocou à disposição do capitão Kondos, um navio da Marinha grega e todo o equipamento necessário para a recuperação da carga submersa.

Durante nove meses de exaustivo trabalho, que custou a vida de um mergulhador e ocasionou lesões permanentes em outros dois, a equipe retirou, peça por peça, a valiosa partida de objetos (em 1953 , os membros do grupo de pesquisa submarina de Jacques Cousteau visitaram o local perto de Antikythera, onde naufragou a nave grega. A opinião dos mergulhadores era de que restava ainda no local grande quantidade de material arqueológico a ser recolhido). 

O material foi transportado para Atenas, onde uma equipe chefiada pessoalmente por Stais, começou a examiná-lo e a classificá-lo. O interesse dos arqueólogos estava, então, inteiramente voltado para as estátuas e, apenas por um acaso (desses que só existem na realidade, pois na ficção seriam considerados exagero), é que a 17 de maio de 1902, o professor Stais descobriu, numa peça disforme e bastante corroída, de bronze, uma inscrição que lhe chamou a atenção.


Peça Original (ângulo frontal do mecanismo)

Naquele momento inaugurava-se uma nova era no campo de arqueologia submarina. Aquele grupo de humildes pescadores de esponja foi responsável por uma descoberta que iria revolucionar a história do conhecimento científico - a máquina de Antikythera.

Os estranhos fragmentos que até então tinham sido desprezados pelos arqueólogos mais interessados na estatuária e nos objetos artísticos, foram reunidos, e Stais chamou um especialista em numismática, o Professor Svonoros, para examinar a peça e a inscrição. Num exame detalhado, o perito constatou a presença de rodas dentadas, o que o levou a concluir que se tratava de um instrumento astronômico - possivelmente utilizado para efetuar cálculos orbitais.

A limpeza dos fragmentos possibilitou mais descobertas igualmente espantosas - e particularmente, um cursor circular graduado. Assim, não havia mais dúvidas: tratava-se de uma calculadora para uso astronômico construído pouco antes da era cristã (mais tarde foi possível determinar com mais exatidão a época de fabricação do engenho, situada entre 90 e 80 a.C.).

Quem poderia imaginar, até então, que a ciência da antiga Grécia tivesse o conhecimento capaz de criar, e o que é mais incrível ainda, construir um verdadeiro computador astronômico? Contudo, o interesse pela máquina arrefeceu nos anos seguintes. Somente em 1951 que as pesquisas foram retomadas, sob a direção do Professor Derek de Solla Price, catedrático de História da Ciência na Universidade de Yale, EUA. Este cientista foi quem realmente percebeu a importância do achado e as possibilidades que a descoberta teria para o estudo da ciência antiga.

A primeira etapa de seus trabalhos foi divulgada em 1959 pela revista Scíentific American (sem dúvida, a melhor e mais confiável publicação do gênero no mundo). Contudo, devido a esse tipo de pesquisa costumar ser extremamente delicada minuciosa, desenvolveu-se muito lentamente o processo de conhecimento acerca do mecanismo. Assim, passaram os anos sem que nada de novo fosse agregado às conclusões já existentes.

Em 1971, um novo e decisivo passo foi dado para o esclarecimento do funcionamento e das finalidades da máquina de Antikythera. Fazia algum tempo que o Professor Solla Price insistia na necessidade de radiografar as peças para conseguir mais informações a respeito do interior do engenho. Superando as dificuldades burocráticas o doutor Karakaos conseguiu, junto à Comissão Grega de Energia Nuclear, autorização para utilizar o equipamento radiológico de precisão daquela entidade.

Mais engrenagens foram detectadas pelo raio X, estas em muito melhor estado de conservação pelo fato de estarem resguardadas do contato direto. O professor Solla Price voltou à Grécia, para inteirar-se das novas descobertas, declarando na ocasião, com uma nota de humor -"Não existirá uma espécie de justiça emocionante no fato de serem usadas técnicas tão avançadas para lançar luz sobre o que é, sem dúvida, a peça mais importante capaz de levar-nos ao conhecimento da ciência e da técnica dos antigos gregos?"


Reconstituição de fragmento do Artefato

Aqui, novamente o acaso encarregar-se-ia de trazer elementos novos ao já intrincado problema. No depósito do Museu de Atenas foi encontrado um outro fragmento da máquina - que havia desaparecido no princípio do século.

Esse fragmento demonstrou ser de enorme importância. Externamente não apresentava nada de especial. Porém, após o exame radiológico, constatou-se que, em seu interior, havia uma engrenagem de 63 dentes, intacta e, em seguida percebeu-se se tratar da 'chave' para o entendimento das funções desempenhadas por todas as outras engrenagens até então descobertas.

A reconstrução detalhada do mecanismo não foi, como se pode imaginar, nada fácil. O cálculo do número de dentes de cada engrenagem estava sujeito a vários fatores de erros. Porém, com muita paciência, Solla Price terminou por estabelecer o funcionamento do mecanismo.

Sua construção era consequência das descobertas de Meton (astrônomo ateniense do século 5º a.C. - célebre pela invenção do ciclo luni-solar, que leva o seu nome e que foi adotado na Grécia em 433 a.C.). Meton inventou e apresentou publicamente, em Atenas, um instrumento chamado heliotropo, uma espécie de relógio de sol, para a observação dos solstícios. Calculou, também, um calendário meteorológico. No final de sua vida, para não ter que participar da expedição enviada a Sicília pelos Atenienses em 415 a.C, simulou uma crise de loucura. 

No ano seguinte foi satirizado por Aristófanes, que o fez representar um personagem ridículo em "Os Pássaros"), a respeito dos movimentos celestes da Terra e da Lua, que podemos resumir da seguinte forma: o Sol percorre os doze signos do zodíaco em aproximadamente 365 dias. A Lua realiza uma volta completa ao redor da Terra em pouco mais de 27 dias. 

A combinação destes movimentos faz com que um mês lunar, com suas quatro fases, tenha 29 dias e meio. Estas durações, contudo, são aproximadas. Apesar disso, Meton percebeu que 19 anos solares correspondem exatamente a 235 meses lunares ou a 254 (235 + 19), revoluções do nosso satélite ao redor da Terra. 

O professor Solla Price demonstrou que as engrenagens da máquina materializavam estes números com a ajuda das seguintes relações numéricas: 64/38 X 48/24 X 127/32 = 254/19  - onde os números empregados correspondem aos dentes das engrenagens. Como podemos ver na ilustração, na parte dianteira da máquina localizavam-se os quadrantes solar e lunar "verdadeiros", e na parte traseira um outro quadrante indicava as fases da Lua e os meses lunares.

Possivelmente, o cônsul romano Cícero (106-43 a.C.) apreciou a máquina quando de sua estada em Rhodes no ano 77 a.C., pois sua construção deve ter sido terminada em 87 a.C. (inicialmente, existia uma hipótese de que a construção da máquina de Antikythera teria sido concluída em 34 d.C., porém essa ideia foi abandonada em seguida, pois esta data estava em desacordo com o ano de fabricação das ânforas que foram encontradas no mesmo barco que a transportava). 


Engrenagens sofisticadas reveladas por Raios-X

Mil anos mais tarde, o sábio árabe Al-Biruni descreveu uma calculadora astronômica que apresenta os mesmos princípios da antiga máquina grega, com exceção do mecanismo de engrenagens diferenciais, bastante complexo, responsável pela transmissão primária da máquina.

Engenhos semelhantes foram também construídos durante a primeira revolução tecnológica (1.100 a 1.300), por alguns relojoeiros mecânicos, entre eles o abade Richard de Wallingford (1.327) e Giovanni de Bondi (1.350). Todos estes engenhos descendem em linha reta da Máquina de Antikythera, o elo que faltava na corrente da evolução do cálculo astronômico, e que muito mais tarde, no século XVII, possibilitaria a revolução científica de Kepler e Galileu.

Reportagem da Revista Planeta - Ano 1977 
(conteúdo constante no link)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

NASA registra forte explosão no Sol



A NASA, Agência Espacial Americana, registrou uma forte erupção solar. Com fortes chamas de radiação, a erupção foi considerada de nível médio. A imagem foi feita pelo Observatório de Dinâmica Solar (SDO). A sonda fica em volta do Sol em uma missão de cinco anos da Nasa voltada para o estudo das atividades solares.

As labaredas emitidas pelo Sol são da classe M5.7. 5. Isso significa que se trata de uma explosão média. As erupções solares são classificadas de acordo com o seu brilho em raios-X em um determinado intervalo de comprimento de onda.  O nível mais forte de tempestades é o X, considerado dez vezes mais forte do que o M. Portanto, a recente explosão não representa perigo para a Terra.



Uma explosão solar é uma intensa erupção de radiação proveniente da liberação de energia magnética do Sol. Mas a tempestade só acontece quando um fluxo de radiação atinge o campo magnético da Terra. Isso acontece por causa das manchas solares, regiões onde existe uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol.

Esse tipo de ejeção de massa coronal dispara bilhões de toneladas de partículas no espaço, que podem alcançar grandes velocidades. Quando vem em direção ao planeta Terra, podem gerar tempestade solares. Isso causa danos em equipamentos eletrônicos, como satélites, GPS, além de transformadores e linhas de transmissão de alta tensão, por exemplo.

O Sol tem ciclos de atividade de 11 anos, com períodos mais intensos. Os cientistas garantem que a atual temporada de tempestades é a mais intensa desde setembro de 2005. Porém, segundo a Nasa, o auge desse período deve ser no segundo semestre de 2013.


* Notícia extraída do Link (acessado em 06.05.2013)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A Colonização de Mundos em Busca de Ouro



Os homens não foram criados diretamente por Deus - como faz crer alguns ingênuos intérpretes religiosos. O aparecimento do homem no planeta Terra relaciona-se geneticamente, simbolicamente e literalmente a umas poucas civilizações de outros planetas, especialmente aquela conhecida como Anunnaki.

A Tradição, as histórias da existência do homem sobre a Terra são quase sempre relatos míticos e, não raro, relacionado a personificações dos planetas, potências cósmicas. Encarados, em geral, como engenhosa fantasia dos antigos - como um jogo psicológico para explicar o que não se sabe - os mitos, entretanto, nascem de uma verdade.

Em todo o mundo as mesmas histórias são contadas, sobre como os deuses criaram a humanidade [MITOS DE CRIAÇÃO], como foram instrutores de toda a cultura tecnológica e inspiradores das expressões artísticas, e a fatalidade, os vários dilúvios - "catástrofe das águas" presentes em muitas culturas diferenciadas.

A 'caracterização' de divindades da antiguidade (despidos de qualquer racionalismo filosófico) literalmente os descrevem como seres que "transitam" nos céus. Sim, eles voam! Muitas vezes usando trajes extravagantes, são possuidores de extraordinárias habilidades; há gigantes (os Anakim), guerras de época entre facções inimigas e outros temas, sempre recorrentes por mais distantes que dois povos possam ser.


Em todo o mundo, maneirismos artísticos, estilos musicais e tecnologias similares ou análogas se repetem - como Egípcios e Maias - na arte figurativa, ou como a engenharia de barragens e sistemas de irrigação, desenvolvida em todo o globo.

Em Ensaio publicado em 1999, a escritora Estelle Nora Harwit Amrani expõe sua tese de que os Anunnaki se tornaram uma espécie de valor emblemático, um signo usado para designar designar todo e qualquer extraterrestre, mas nem tudo que se costuma atribuir aos Anunnaki foi realização deles. 

Outras espécies de povos intergalácticos (chamem de 'aliens', se quiserem) visitaram a Terra - inclusive piratas cósmicos, ou seja, dissidentes de sua própria cultura/planeta de origem, e que vivem em condição de minoria marginal em relação às sociedades cósmicas hierarquicamente organizadas. Para os homens, contudo, os Anunnaki são mais "tangíveis", "alguma coisa" de quê se pode fazer uma imagem.

B’raisheet – O Genesis

No começo, Deus (ou "A Fonte"), criou doze espíritos (ou centelhas) auto-conscientes que traziam em si todas as coisas do Universo em estado de realidade virtual (como número). Estas doze consciências são os Elohim, que vivem na Constelação da Lira e criaram a matéria a partir da luz: universos, planetas, estrelas, formas de vida; todos os seres, animados e inanimados; formas e corpos para si mesmos em todas as suas manifestações inteligentes.

O corpo, o suporte físico - ou, mais metafisicamente - a personalidade individualizada desses doze deuses durava milhares de anos, mas, paulatinamente, essa expectativa foi diminuindo e gerando a necessidade de encontrar alguma solução. Eles desejavam a longevidade pois não podiam suportar a ideia de uma situação de SER-não-existente-manifestadamente. [Os "deuses" também tiveram medo da morte].

Estudando o assunto, eles descobriram um elemento (tipo de matéria) que não apenas favorecia uma vida mais longa, como também dotava seus usuários de capacidades metafísicas que não tinham antes, como a telepatia e a experiência de perceber a multi-dimensão. Oras, a substância que tornou os deuses supercondutores de energia foi o OURO!

Muitos milhares de anos se passaram e, em busca de ouro, [o santo remédio!] os seres de Lira se espalhavam pelo cosmo criando "civilizações" - criando "mundos". Estabeleceram-se em localidades celestes que são conhecidas como Vega, Plêiades, Sírius, mas nunca se desligaram completamente de Lira. Eles se auto-perceberam como Criadores ou "deuses". Entretanto, sua capacidade de obter ouro não era ilimitada e nem sua pátria-mãe, em Lira, era eterna.

A preocupação com a própria capacidade de "perdurar" tornou-se uma maldição. Para piorar, parte do planeta raiz foi destruído e os "deuses", encurralados no seu próprio labirinto de temores, tiveram de ir buscar uma resposta em outro lugar. * Estas informações foram obtidas por intermédio de espiritualistas que relatam de modo muito semelhante a mesma epopeia:

Nibiru


Zecharia Sitchin foi um colaborador da NASA na década de 1970, e era uma sumidade na tradução de caracteres Sumérios. Pesquisador arqueológico daquela cultura, Sitchin publicou muitos livros explorando a cosmogênese suméria que - em sua opinião muito bem embasada - contava muito mais que um simples mito fantasioso da criação do Universo. O Blog disponibiliza um de seus livros, "O Livro Perdido de Enki", neste link, para leitura em PDF.

Segundo a tradição do povo sumério, há aproximadamente 4,6 bilhões de anos, este sistema solar era diferente; havia Mercúrio, Vênus, Marte era o terceiro planeta (sem luas), um quarto planeta com muitas luas chamada MALDEK, e ainda, Júpiter, Saturno (sem anéis), Urano e Netuno. Plutão era satélite de Saturno. Maldek era maior que a Terra, que inexistia, até então.

Foi quando um outro corpo celeste apareceu para interferir naquele sistema solar recém-nascido. Um planeta com suas próprias "luas". Sua órbita era um caminho coincidente com a órbita do planeta MALDEK. Assim, as luas do planeta visitante chocaram-se com o quarto planeta, MALDEK. Do choque nasceu um "cinturão de asteroides" , a Terra e o satélite, a Lua. Segundo a tradição profética do povo sumério, registrada nas obras de Sitchin, o Planeta Que Veio de Longe vai voltar. Oras, aquele que se chocou com Maldek e deu origem à Terra, é o planeta NIBIRU. Explorando mais o assunto, segue o detalhamento dos Anunnaki.

A palavra Anunnaki, muito antiga, é riquíssima em Significados:

― An = forma reduzida de "anachnu", que significa NÓS

― An também significa "céu"

― Naki = limpo, puro

Anunnaki, então, significa "We are Clean" (Nós somos puros) 

― Ki = Terra, ampliando o significado para "Nós do céu, na Terra", ou ainda "Puros do Céu na Terra".

Eles eram gigantes (em hebreu, Anakim) mas também foram chamados de nórdicos e/ou louros (ou dourados) - embora nem todos fossem exatamente louros de olhos azuis; mas eram dourados. São as características do povo de Sírius e Lira.

Seu símbolo, um disco alado, representa não apenas suas espaçonaves mas também a capacidade de voar do espírito livre, uma lembrança da "Fonte", do Deus Criador dos criadores. Esses mesmos Anunnakis foram também chamados Elohim. Seus descendentes, foram os Nephilim.

"Meu espírito não permanecerá para sempre no homem, porque ele é todo carne e a duração de sua vida será somente de cento e vinte anos". [Gen.6:3]

Nesse tempo, os Nephilim apareceram sobre a Terra, quando os seres divinos coabitaram com as filhas dos homens "e elas geraram filhos. Estes são os heróis tão afamados dos tempos antigos." [Gen. 6:4]. Muitos pensam nos Nephilim com "anjos caídos"; mas eles não caíram. Sim, eles vieram do alto, porém, vieram de modo menos trágico, pousando no solo com suas espaçonaves.

Todavia, como é recorrente nas antigas tradições bíblicas, a ideia de "queda" tem seu valor simbólico: pois eles tiveram que "baixar" a frequência ontológica de equilíbrio (frequência de pulsação de energia espiritual) para se adequar às condições ambientais fisio-químicas da matéria "viva" terrena. Assim, Enlil - conhecida divindade mesopotâmica - foi o primeiro a chegar, e participou efetivamente do processo de criação da raça humana - que nos textos sumérios é chamada de 'cabeças negras'.

Jardim do Éden


Muitos estudiosos, entre teólogos, biólogos criacionistas, historiadores e arqueólogos ocupam-se em descobrir a localização do Jardim de Éden, o Paraíso na Terra de onde o "Adão-humanidade" foi expulso. Supõe-se que este lugar é o berço da raça humana. A polêmica não se justifica: os que identificam o pólo Norte ou as Américas, por exemplo, como o lugar do Éden, baseiam-se no entendimento incorreto de uma teoria de geo-antropogênese.

Mas não há dificuldade alguma em localizar o "paraíso" bíblico: tal como outras informações, consta na Gênese judaico-cristã e, neste caso, não se trata de um texto codificado ou cifrado. Nenhuma alegoria fantasiosa oculta o lugar:

"O Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, no lado do oriente, e colocou nele o homem que havia criado... Um rio saía do Éden para regar o jardim, e dividia-se em quatro braços. O nome do primeiro é Fison, que contorna toda a região de Evilat, onde se encontra o ouro; encontram-se ali também o bdélio e a pedra ônix. O nome do segundo rio é Geon, e aquele que contorna toda a região de Cush. O nome do terceiro rio é Tigre, que corre ao oriente da Assíria. O quarto rio é o Eufrates". [Gen. 1:8-14].

* Nota: Bdélio: do grego bdelion, tipo de palmeira, ou a substância que ela expele. Em Latim: bdellium - Goma, resina do Levante (oriente médio) e das Índias Ocidentais empregada para falsificar a mirra. Dicionário Aurélio.

Está claro que esse "Jardim" ficava na Mesopotâmia (atual Iraque) e a alusão ao ouro não é casual. Esse era um dado muito importante para os Anunnaki e deve ter sido decisivo na escolha do lugar onde seria implantado um primeiro núcleo de colonização.

Afinal, o ouro era o segredo da longevidade e da bioquímica por trás dos super-poderes que faziam deles verdadeiros "deuses", em meio à natureza primordial a indômita deste planeta azul. No Oriente Médio, encontraram ainda o cobre, a prata e outros minerais. Durante milhares de anos, a mineração foi intensa.

Nota: Publicada no Blog no mês passado (abril), há uma extensa matéria baseada em antigas informações (entre outras, conteúdos da renomada Scientific American) que atestam descobertas de peças e artefatos metalúrgicos datados de mais de 500 mil anos - que complementam o debate sobre explorações de minérios ocorridas na Terra, num período absolutamente desconhecido por nossa civilização atual. Confira o Post Tecnologias Pré-Históricas.
  
Prosseguindo: uma vez escolhido o local mais propício para a colonização, foi feito um levantamento da biodiversidade do planeta, especialmente ali, na região mesopotâmica. Foram encontrados mamíferos hominídeos. Hominídeos não são criaturas humanas e também não são símios (macacos, chimpanzés e assemelhados).

Para realizar um trabalho de colonização grandioso, explorar as minas e manter o cotidiano das instalações, os Anunnaki teriam criado toda uma raça de seres geneticamente programados para para desenvolver as capacidades necessárias (e somente as necessárias) ao desempenho dos serviços mais ingratos. Essa foi a raça Hominídea que finalmente saiu do tubo de ensaio.

Os hominídeos foram as matrizes terrenas dos híbridos mais hábeis. A espécie hominídea já não existe. É o elo perdido tão procurado pelos antropólogos. É muito possível que os primeiros "servos dos Anunnaki" tenham saído de um laboratório genético e que a primeira espécie viável obtida tenha sido aperfeiçoada ao longo das Eras. Uma população de servos híbridos, porém férteis entre si, se formou. A organização social desses "primeiros povos" foi o embrião dos grandes centros urbanos do passado dos quais não restaram qualquer ruína.

Esse foi, literalmente, o tempo em que os "deuses" realmente viveram sobre a Terra, cada vez mais misturados com suas criaturas, que tinham consciência nítida de que os Anunnaki eram superiores e, portanto, deviam ser tratados com deferência. A submissão dos hominídeos primitivos era fácil de manter por muito tempo porém, não eternamente. Deve ter havido um tempo em as relações entre "deuses" e hominídeos tornaram-se próximas demais ou, mais especificamente, um tempo em que as relações dos Anunnaki com as hominídeas tornaram-se demasiadamente íntimas.

No Genesis, esse "relaxamento dos costumes" acabou resultando em séria crise política e social porque "os anjos" engendraram descendência com as "filhas dos hominídeos", que "eram belas'. A Antropogênese teosófica se refere a essas "filhas" dos homens como criaturas gigantescas (em relação ao sapiens atual), "monstruosas" e peludas. [Para os que consideram a teoria dos antepassados ETs Anunnaki, as relações pessoais e sexuais entre alienígenas e indivíduos da espécie hominídea foi "a queda dos anjos"]. 

Sua progênie foram os míticos gigantes e os seres fantásticos das lendas (quimeras, como a raça dos centauros, os sátiros, as sereias). O filhos desses "casais espúrios" deveriam ser, normalmente, estéreis, seguindo uma lei geral da Biologia segundo a qual o fruto de relação sexual entre espécies diferentes não produz descendência fértil

Porém, outra lei geral da Natureza ensina que toda regra tem exceção, especialmente quando está em jogo a capacidade de reprodução de um organismo. Todos os seres vivos tendem a buscar uma forma de expansão de si mesmos, forma de se reproduzir e foi assim que os híbridos "imorais", filhos dos Anunnaki, começaram a reproduzir-se entre si gerando uma novo ramo da família. 

Os seres humanos tiveram sua origens na miscigenação entre os Anunnaki e o hominídeos. Os deuses, como entendem tantos pesquisadores, leigos e cientistas, eram os Cosmonautas de Nibiru e seu objetivo inicial, quando se lançaram nos abismos do espaço, era obter o ouro necessário para manter a vida eterna e os poderes extraordinários de seu povo.

In Biblioteca Pleyades, acessado em 03/05/2013

Operação Prato: Ministério da Defesa vai liberar documentos sobre o fenômeno OVNI

O Ministério da Defesa prometeu revelar, em junho deste ano, documentos secretos de uma das maiores operações militares envolvendo objetos voadores não-identificados no Brasil. A 'Operação Prato', de 1977, que levou a Força Aérea Brasileira (FAB) a verificar ocorrências extraordinárias no Pará, produziu um grande volume de material: em relatos, fotografias e vídeos, grande parte secreta até hoje. A decisão foi tomada após reunião com membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e representantes do alto escalão das Forças Armadas, no dia 18 de abril. 

Documentos


O Brasil é um dos pioneiros na investigação de objetos voadores não-identificados. Oficialmente, de 1969 a 1972, a FAB manteve até um órgão dedicado exclusivamente a esse propósito. Desde a regulamentação da Lei de Acesso à Informação (LAI), alguns documentos da Força Aérea - que relatam eventos de 1950 até 2010 - foram liberados. Mas os ufólogos afirmam que grande parte do material produzido nessa busca por OVNIS ainda não veio a público. Por isso, eles principiaram, em 2004, uma campanha chamada “UFOS: Liberdade de Informação Já”, com o objetivo de solicitar ao Governo a liberação desses arquivos - e a consequente publicidade dos casos relatados.

Os ufólogos acreditam que existam milhares de documentos sobre o assunto em posse da Marinha e do Exército. “Da Marinha, existe o caso da Corveta Mearim, de UFOS que perseguiram embarcações brasileiras da Marinha e deixaram seus equipamentos inutilizáveis, alguns por um determinado período. E o caso Ilha da Trindade, de 1958, sobre um OVNI que teria sido visto pela tripulação de uma embarcação da Marinha”, explica Ademar Gevaerd, jornalista e editor da revista UFO.

Já por parte do Exército, os ufólogos esperam documentos oficiais sobre o Caso Varginha, de 1996, que teve repercussão internacional. Segundo Gevaerd, esse caso teve uma investigação secreta e contou com envolvimento dos militares. “Em relação a esses documentos. o exército nunca os entregou, e eles existem. Nós entrevistamos militares que descrevem detalhes da captura dos dois seres e de restos da nave espacial. Temos o áudio dessas entrevistas, inclusive. Não vamos revelar nomes, mas nós temos esse registro”, afirmou Gevaerd.

O coronel Alexandre Emílio Spengler, coordenador do Serviço de Informações ao Cidadão do Ministério da Defesa, alegou que, com exceção da Operação Prato, o restante dos muitos documentos solicitados se encaixa em uma destas categorias: 


1) encontra-se à disposição nos arquivos da Marinha e do Exército e no arquivo Nacional; 

2) não foi encontrado; 
3) foi destruído;  
4) nunca existiu.

Conforme Spengler, a Operação Prato, do Comando da Aeronáutica, é a pasta secreta que faltava revelar. “O último documento sigiloso, e ainda não entregue aos ufólogos, é o da Operação Prato, que poderá ser aberto já em 1º de junho de 2013. Os demais documentos solicitados pelos ufólogos ou não foram encontrados, ou não existiram, ou foram destruídos, como é previsto em lei”, afirma. Ele se refere ao decreto nº 79.099/77, que regulamentava a salvaguarda de documentos sigilosos e permitia sua destruição, assim como dos eventuais termos de destruição, pela autoridade que os elaborou ou por quem detivesse sua custódia.

* Crédito Fotos: Jornalista Súzan Benites
* Notícia extraída do link 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Nasa divulga imagens de furacão gigantesco que atinge Saturno.



Novas imagens divulgadas por uma nave espacial da Nasa (agência espacial americana) na órbita de Saturno revelam detalhes de um enorme furacão atingindo o polo norte do planeta. As fotos da sonda Cassini mostram o olho do furacão, com cerca de 2 mil quilômetros de largura - aproximadamente 20 vezes maior que um fenômeno típico na Terra. O turbilhão no planeta dos célebres anéis também é mais forte que na Terra, com ventos em sua borda exterior chegando aos 530 quilômetros por hora.



"Checamos duas vezes quando vimos o vórtice porque se parece muito com um furacão na Terra", afirmou em um comunicado o cientista Andrew Ingersoll, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos. "Mas ali está, em Saturno, em uma escala muito maior, e de alguma forma está permanecendo ativo mesmo com a pequena quantidade de vapor de água na atmosfera."

Nuvens finas e brilhantes viajam a 150 metros por segundo no limite externo do furacão, que se move dentro de um vórtice imenso e misterioso em formato de hexágono. Cientistas vão estudar o furacão para obter mais conhecimento sobre esse tipo de fenômeno na Terra, onde se alimenta da água quente dos oceanos. Apesar de não haver extensão de água nas proximidades dessas nuvens no topo da atmosfera de Saturno, aprender como o vapor de água é utilizado na formação de tempestades naquele planeta pode ajudar a entender melhor a geração e permanência de furacões terrestres.

Tanto o furacão na Terra quanto o vórtice saturniano possuem um olho central sem nuvens - ou com muito poucas delas. Outras características similares incluem a formação de nuvens altas e a rotação em sentido anti-horário.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Tecnologias Pré-Históricas

    Passado mais de um ano - desde a última postagem no Blog - venho comunicar a intenção de 'reativação' de meus Posts. Espero manter um ritmo constante de compartilhamento de assuntos em consonância com o propósito do "Paralelos Experimentais".

    Para iniciar esta retomada, me debruço sobre um assunto muito especulado por sites de gênero semelhante ao do Blog. Há um tempo relativo, muitos relatos sobre surpreendentes 'achados arqueológicos' têm sido disseminados na Internet - legítimas evidências que atestariam a existência de artefatos metalúrgicos datados de milhões de Anos: itens provindos de origem absolutamente desconhecida.

    Tais descobertas (ainda que raramente divulgadas) serviriam de base para as mais diversas (re)considerações sobre a evolução histórica  e tecnológica das Sociedades Primitivas para um período muito anterior ao que se acreditava ser possível. Acompanhei muitos debates em fóruns específicos sobre o assunto. 

    E em Outubro de 2012, um antigo professor da Universidade onde cursei Jornalismo, me enviou um link que disponibilizava referenciais interessantes sobre estas descobertas. Abaixo, se encontra o texto contido no endereço compartilhado comigo. Tenho trabalhado nesta postagem por meses. Enfim, segue o título e correspondente conteúdo (traduzido e adaptado para melhor a compreensão possível):



Zhengjian - Série de Livros: "Removendo o Véu de Civilizações Pré-Históricas".
- Capítulo 3: Tecnologias de Fundição Pré-Históricos e as Atividades de Mineração.*

* Editado do Post Original (em chinês Han).
Autoria: Equipe Editorial Zhengjian (extraído do site PureInsight.org).
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* Um Sino Artesanal com mais de 100 mil Anos de Idade !

Na edição de junho de 1851, a revista Scientific American (volume 7, páginas 298-299), indagou pesquisadores sobre um relatório que descrevia um 'achado arqueológico' recuperado dos escombros de uma rocha maciça que havia sido dinamitada na região de Meeting House Hill, Dorchester, Massachussetts. 

A peça se tratava, a princípio, de algo semelhante a um vaso de metal, que, devido à explosão, dividiu-se em duas partes. Testes de Carbono 14 comprovariam nos dias seguintes que sua idade era de aproximadamente 100 mil anos. Devido à fragmentação do utensílio descoberto, sua funcionalidade eram uma incógnita.

Mas, quando as duas partes foram postas juntas, descobriu-se um tipo de 'sino' com as seguintes medidas: 41/2 polegadas de altura, 61/2 polegadas na base, 21/2 polegadas na parte superior, e 1/8 de uma polegada de espessura. 

Depois de analisado, foi aferido que que o metal que constituía o objeto era composto por uma liga de zinco e de uma parte considerável de prata. Nas laterais, foram identificados seis buquês de flores incrustados em prata pura, e em torno da parte inferior notou-se uma videira (ou grinalda), também incrustada. A simetria escultural e a estética dos detalhes levou a crer que foram primorosamente feitas por algum artesão desconhecido.

A curiosidade reinante é que este artefato ornamental se encontrava de modo fundido fora da massa sólida da pedra dinamitada (um tipo de rocha sedimentar), localizada a 15 metros abaixo da superfície. A idade estimada (como foi dito) datam o objeto de 100 mil anos. O que restou foi apenas o registro histórico veiculado no Artigo da Scientifc American, pois, meses após descoberto, o vaso em formato de sino foi repassado a um museu do estado de Massachussetts e, em seguida (infelizmente), desapareceu.



* Uma vela de ignição automática de 500 mil Anos !

Em 13 de fevereiro de 1961, três pesquisadores amadores - Mike Mikesell, Wallace Lane e Virginia Maxey - estavam coletando geodos cerca de 12 quilômetros a leste-sudeste de Olancha, Califórnia. Para quem não sabe, geodos são pedras esféricas com interiores ocos alinhados com cristais. 

Neste dia, em particular, enquanto procuravam nas Montanhas Coso, o grupo encontrou uma pedra localizada no topo de um pico montanhoso de 4.300 metros de altitude e cerca de 340 metros acima do leito seco do Lago Owens. Eles levaram o pedaço rochoso acreditando tratar-se de um geodo, o que logo foi descartado, pois descobriram que a rocha trazia vestígios de conchas fósseis. No dia seguinte, quando Mikesell foi cortar a pedra ao meio - procedimento óbvio para verificar o seu interior - ele quase arruinou um diamante de cerca de 10 polegadas.

Entretanto, durante o processo de corte, ele também percebeu que o interior do pedaço rochoso não continha apenas cristais, mas sim algo totalmente inesperado: os restos de algum tipo de 'dispositivo mecânico'. Por baixo da camada exterior de argila endurecida, seixos e fósseis, havia uma camada hexagonal que continha um material semelhante a madeira, numa tonalidade de ágata ou jaspe. 

Esta camada formava de um 'invólucro' em torno de um cilindro com um diâmetro de cerca de ¾ de polegada numa espécie de porcelana - uma cerâmica branca e bem sólida. No centro do cilindro havia um eixo de dois milímetros de metal brilhante. Este eixo, descoberto pelo grupo de exploradores, era magnético e nunca apresentara vestígios de oxidação. 

Além disso, em torno do cilindro de cerâmica foram identificados anéis de cobre corroídos. Incorporado à rocha (mas separada do cilindro) também havia dois outros itens que se assemelhavam a um prego e um lavador. Os três decidiram por enviar o 'achado' para a Fort Charles Society, uma sociedade de pesquisadores alternativos, que era especializada em investigar certos fenômenos incomuns

Então, foi tirado um raio-X do objeto cilíndrico fechado na rocha incrustada de fósseis e provas contundentes de que ele era, de fato, alguma forma de aparelho mecânico. Os raios-X revelaram que o eixo metálico fora corroído em uma extremidade apenas, sendo que a outra extremidade parecia-se com uma mola helicoidal metálica. Como um todo, o "artefato Coso" (como ficou conhecido o objeto) poderia ser classificado perfeitamente como uma peça de maquinaria moderna. 

A cerâmica delicada e o eixo de metal, com seus componentes de cobre, sugerem que a peça foi utilizada como parte de algum tipo de instrumento elétrico. O mais próximo componente moderno que os pesquisadores foram capazes de igualá-lo, foi com uma 'vela de ignição'. No entanto, o terminal de mola helicoidal não corresponde a qualquer uma das velas conhecidas hoje em dia. Um geólogo renomado, após exaustivos testes de datação com a rocha sedimentar que envolvia o 'instrumento' encontrado, classificou sua existência em 500 mil anos.

* Um prego de mais de um milhão de anos !

O periódico republicano Illinois Springfield relatou, em 1851, que um empresário chamado Hiram de Witt trouxera com ele, de uma viagem à Califórnia, um pedaço de aurífera rocha de quartzo do tamanho do punho de um homem. 

Ao exibir a pedra a um amigo, em certa ocasião, ela escorregou acidentalmente de sua mão e dividiu-se após o impacto no chão. No centro do pedaço de quartzo, de Witt visualizou um prego de ferro de corte, ligeiramente corroído, mas com formato retilíneo, e com uma cabeça perfeita. O quartzo foi datado com uma idade de mais de um milhão de anos - após testes minuciosos.

* Um parafuso de metal com 21 milhões de anos !

Em 1865, um parafuso de metal de 2 polegadas foi descoberto em um pedaço de feldspato desenterrado da Mina Abbey, em Treasure City, Nevada. O parafuso estava muito oxidado, mas a sua forma - em particular na forma dos seus segmentos - podia ser percebido claramente na rocha translúcida. A pedra foi calculada com idade aproximada de  21 milhões de anos.

* Um prego feito há mais de 40 milhões de anos !

Em 1844, Sir David Brewster apresentou um relatório à Associação Britânica para o Avanço da Ciência que resultou em grande confusão e debate entre os pesquisadores. Um prego - obviamente feito por seres humanos - foi encontrado mesclado a um bloco de arenito escavado da Pedreira Kindgoodie, próximo de Inchyra, no norte da Grã-Bretanha. Estava danificado por corrosão, mas mesmo assim, era nitidamente identificável. O arenito foi determinado com idade de, pelo menos, 40 milhões de anos.

* Uma corrente de ouro encontrada em Carvão com mais de 300 milhões de anos !

Em 9 de junho de 1891, a Sra. S.W. Culp, de Morrisonville, Illinois, foi encher uma pá de carvão para abastecer seu fogão de lenha, quando um nódulo grande, partiu-se em dois pedaços menores e uma corrente de ouro se desprendeu de seu interior. A jóia possuía cerca de 10 centímetros de comprimento. Trabalhada com 8 quilates de ouro, foi descrita inicialmente como sendo 'de artesanato antigo'.

Dias depois, em 11 de junho daquele ano, investigadores de Morrisonville relataram estar  convencidos de que a corrente não tinha simplesmente caído 'acidentalmente' com o pedaço do carvão. Uma porção da massa de carvão ainda se agarrava à jóia - enquanto a parte que tinha se separado, ainda tinha a impressão de que a cadeia de elos da corrente, tinha sido extraída. 

Os jornalistas que redigiram esta notícia só poderiam mesmo comentar: "Aqui está uma situação para um estudante de arqueologia que gosta de confundir seu cérebro sobre a construção geológica da Terra". Neste caso, uma jóia arqueológica curiosamente "caiu fora" de um pedaço de carvão da Pensilvânia, sendo classificada com mais de 300 milhões de anos !

* Uma panela de ferro em um pedaço de carvão datado de 300-325 milhões de anos !

Uma descoberta semelhante ocorreu em Oklahoma, em 1912, e envolveu dois funcionários da Usina Elétrica Municipal de Thomas. Eles foram carregar uma pá de carvão nos fornos da usina, mas um pedaço específico de carvão era muito grande para lidar, de modo que os trabalhadores optaram por usar uma marreta para fragmentá-lo. 

Uma vez que o pedaço maciço foi partido ao meio, os operários descobriram que o bloco continha uma panela de ferro. Quando o recipiente foi completamente desvencilhado do carvão, um molde do vaso pode ser visto nas duas partes da matriz. Vários especialistas, posteriormente, examinaram os resquícios de carvão ao redor da panela de ferro e determinaram que foram formados entre 300 e 325 milhões de anos atrás.

* Antigas esferas de metal de 2,8 bilhões de anos !

Mineiros em Klerksdorp, na África do Sul encontraram algumas centenas de esferas de metal em um estrato geológico de terra estimado em 2,8 bilhões de anos. As esferas continham 'ranhuras' delicadamente gravadas - o que concluíram os especialistas que não poderia ter ocorrido por qualquer processo 'natural'. Esferas de metal como estes foram encontrados na África do Sul, em um estrato de terra estimado em 2,8 bilhões de anos.




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Seguem-se alguns achados arqueológicos que nos permitem compreender algo mais acerca das civilizações pré-históricas e seus respectivos conhecimentos e feitos tecnológicos. Tais descobertas são como 'janelas para o passado', o que nos permite observar evidências antiquíssimas de mineração, refino de metais e produção de artes e ofícios industriais

Há outros casos registrados que colocam a maior parte dos livros de História atuais numa situação de absurda contradição. Por exemplo: em 1968, o Dr. Koriun Megurtchian, vinculado à antiga União Soviética, descobriu a localização do que é considerado a mais antiga fábrica de grande escala metalúrgica do mundo - situada num local chamado Medzamor, na Armênia soviética. Mais de 4.500 anos atrás, um povo pré-históricos desconhecidos trabalhou nesta região, que possuía mais de 200 fornos para a produção de uma variedade de vasos, facas, lanças, anéis, pulseiras e outros itens tais. 

Os artesãos de Medzamor usavam filtros de proteção em suas bocas e, também, luvas especiais, enquanto trabalhavam habilmente nas metalúrgicas (isso, há mais de 4.500 anos!). Seus produtos eram compostos por uma variedade de elementos como cobre, chumbo, zinco, ferro, ouro, manganês, estanho, e 14 tipos de bronze. As fundições também produziram uma variedade de tintas metálicas, cerâmicas e vidro.

Organizações científicas da União Soviética, os Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha e verificaram que vários pares de pinças feitas de aço excepcionalmente resistente (e com alta qualidade) foram descobertas a partir de camadas anteriores ao primeiro milênio a.C.

Na edição de julho de 1969 da revista científica Science et vie, o jornalista francês Jean Vidal manifestou a convicção de que estes resultados apontam para um período desconhecido de desenvolvimento tecnológico, fase que está absolutamente renegado por qualquer compêndio histórico. "Medzamor - escreveu - foi fundada por sábios de antigas civilizações. Eles possuíam conhecimentos adquiridos numa idade remota completamente ignorada pelos Tratados da História Moderna que - de acordo com nossos padrões vigentes, podem ser perfeitamente classificados como sociedades de essência "científica" e "industrial".

"Além disso - prossegue Vidal - arqueólogos americanos do século XVII tiveram contato com minas de cobre pré-históricas em Isle Royale, ao norte do Estado de Michigan". Até mesmo os nativos indígenas, cujos ancestrais viveram na região durante séculos, desconheciam a existência destas minas.

Esses locais trouxeram à tona provas de que as atividades de mineração pré-históricas produziram vários milhares de toneladas de cobre, porém, os arqueólogos não encontraram qualquer vestígio de longo prazo acerca de habitações próximas das minas.

Neste cenário, talvez, a mais estranha descoberta seja a mina de carvão Lion, em Utah. Em 1953, mineiros descobriram inesperadamente um túnel subterrâneo que nunca fora explorado. O carvão contido neste túnel havia oxidado e com isso tinha perdido seu valor comercial - a prova de que processos de mineração anteriores foram realizados na área. 

No mesmo ano em que a mina de Lion foi descoberta, no mês de agosto, dois estudiosos do Departamento de Engenharia e do Departamento de Antropologia Antiga da Universidade de Utah, investigou a mina, declarando que os índios locais desconheciam completamente usado carvão. 

Tanto a mina de cobre de Isle Royale e a Lion explicitam várias evidências de que os mineiros pré-históricos eram desenvolvidos o suficiente para criar tecnologias para extração e transporte de carvão para lugares distantes [editores da Pure Insight: não foram citados pesquisadores capazes de encontrar provas independentes, que confirmem a existência dessas 2 minas].

Há uma outra área de atividade de mineração antiga que geólogos e antropólogos têm dado atenção especial. O local foi descoberto sob camadas de rocha da mina Farrus Pioch, na França. De 1786 a 1788, a pedreira foi estratificada em grandes quantidades de calcário para a reconstrução de um edifício Judiciário mas proximidades. Normalmente, os mineiros verificavam camadas de lodo presente entre as intersecções de rocha. 

Quando os mineiros cavaram um trecho em especial, designado 'camada 11 de rocha', numa profundidade próxima de 12 a 15 metros sob a terra, outra camada de lodo apareceu. Porém, quando os mineiros foram limpar este lodo (como de costume), ficaram surpresos ao encontrar muitas pilhas remanescentes de colunas de pedra e outros fragmentos que comprovavam que a rocha foi cortada e extraída anteriormente.

Indo mais fundo, eles foram surpreendidos ao descobrir moedas, o cabo de madeira de um martelo de ferro que tinha sido fossilizado, e outros instrumentos de madeira petrificada. Finalmente, descobriram uma prancha que também havia sido petrificada e possuía muitas rachaduras. Após os fragmentos serem colocados juntos, ele acabou por ser precisamente o tipo de prancha usada por mineradores e, além disso, é de uma forma exatamente igual ao mesmo tipo de prancha que está sendo usada hoje.

Muitas descobertas semelhantes estão sendo feitas em minas pré-históricas, e muitas outras relíquias misteriosas foram reveladas. Elas não só despertam a curiosidade das pessoas em geral, mas também apresentam uma mensagem revolucionária para os arqueólogos... Sim, é hora de empurrar a origem da Civilização Humana para uma época muito anterior ao que sempre se acreditou

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Telescópio Hubble flagra “X voador” no espaço


As imagens abaixo foram feitas pelo telescópio Hubble (da NASA) e mostram um estranho “X voador” no espaço - algo que nem a própria Agência americana conseguiu identificar com precisão. O objeto estava viajando a 17 mil quilômetros por hora (cinco vezes a velocidade de uma bala de rifle) e, segundo o astrônomo David Jewitt, da universidade UCLA (Universidade da Califórnia, Los Angeles), seria resultado da colisão de dois asteroides. 

O rastro em forma da letra X teria surgido por conta dos detritos gerados após a colisão. “Os filamentos são compostos por toneladas de poeira e gelo em pedregulhos, recentemente lançados para fora do núcleo. Alguns são levados de volta por pressão de radiação da luz solar para criar faixas de poeira em linha reta”, informou Jewitt.

A explicação de Jewitt, no entanto, deixa uma parte importante da imagem sem explicação, uma vez que normalmente os núcleos dos cometas são seguidos pela nuvem de poeira. Como diz a própria NASA em seu site, nunca antes na história deste universo o núcleo de um asteroide foi observado 'fora da nuvem de poeira' que o acompanha. Isso pode ser visto com detalhes na segunda imagem: à esquerda do X há um círculo luminoso branco, de 140 metros de diâmetro, que seria o núcleo do asteroide. 

Será? A imagem foi feita entre os dias 25 e 29 de janeiro de 2011 e, segundo a equipe responsável, novas observações serão realizadas para confirmar se esta é a primeira colisão de asteroides flagradas pelo Hubble, e se é possível que o X seja a nuvem de poeira - ainda que distante do núcleo - ou se a imagem de trata de um, digamos, 'fenômeno diferente'. Seria o lendário palhaço Bozo em retorno para casa?

sábado, 26 de novembro de 2011

Cientistas divulgam mapa em cores do Universo

Sabe aquele lance de que o Cosmos era Infinito? Pois bem, o Centro de Pesquisa Digital do Céu Sloan III (em sua sigla em inglês, SDSS-III) divulgou o mais completo mapa em cores do Universo até o momento. O empreendimento durou pouco mais de 14 anos para que fosse finalizado.

O mapa que ficou pronto no ano de 2011, estava sendo elaborado desde 1998 e reúne milhões de imagens de 2.8 milhões de megapixels - resultando em uma imagem final de mais de um trilhão de pixels. A imagem é tão grande e detalhada que seriam necessárias 500 mil TVs de alta definição para conseguir vê-la na totalidade de sua definição.

Clique na Imagem para ampliá-la

Essa nova imagem dá aos astrônomos a visão mais abrangente do céu já realizada. Os dados do SDSS-III já foram usados para descobrir cerca de meio bilhão de objetos astronômicos, incluindo asteroides, estrelas e galáxias. Os mais recentes e mais precisos posicionamentos, cores e formatos desses objetos também foram divulgados.


* Fonte: Estadão.com/Ciência

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